<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732</id><updated>2011-06-08T07:37:39.171+01:00</updated><title type='text'>Literatura Portuguesa em notícia - discentes 06/07</title><subtitle type='html'>Complemento de Literatura Portuguesa em notícia, blog de apoio à disciplina de Literatura Portuguesa Contemporânea do Curso de Educação e Comunicação Multimédia (ESE/IPBEJA)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>MSP</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://www.eseb.ipbeja.pt/sameiro/sameiro2005.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116967951756570312</id><published>2007-01-24T22:47:00.000Z</published><updated>2007-02-01T22:38:30.232Z</updated><title type='text'>José Luís Peixoto e o mundo Literário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3739/4211/320/534673/jose_luis_peixoto.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No programa “Escrita em Dia” conduzido por Francisco José Viegas na RDP o entrevistado desta sessão foi o escritor José Luís Peixoto, em cima da mesa está o último livro lançado no mercado pelo mesmo. “Cemitério de Pianos” é considerado por muitos como o livro do ano de 2006. Apesar de ainda ser bastante jovem, tem 32 anos o escritor já editou vários livros e recebeu alguns prémios literários. Quando questionado sobre o que o levou a ser escritor responde que o gosto pela escrita surgiu ainda na adolescência fruto das leituras que realizou. Nessa época sentiu-se atraído para fazer igual ou pelo menos parecido com aquilo que lia. Nota-se aqui influência dos clássicos literários pois marcaram a juventude de Peixoto, provocando desejo que o levou a realizar uma formação superior na área das letras.&lt;br /&gt;   José Luís Peixoto, segundo Francisco José Viegas é apontado como o escritor da nova geração de autores portugueses. Peixoto considera que não é dono das construções que faz, que ao escrever não é dono do que podem escrever sobre ele. O autor tem consciência que as suas obras vão ser analisadas pelos críticos literários e que não pode interferir pois é um processo natural no meio literário. Ele apenas considera que a critica se deve centrar no texto que está a analisar e não na pessoa que o escreveu. J.L.Peixoto tem como ambição produzir textos que possa oferecer à interpretação dos seus leitores. Diz-nos ainda que os textos são um objecto fixo e que não podem ser alvo de uma única interpretação devido à sua subjectividade. Cada leitor pode tirar as conclusões que entender de um texto mas, segundo Jacinto Prado Coelho, apenas aquelas que os caminhos do texto nos permite retirar.&lt;br /&gt;    Peixoto diz ainda no decorrer da entrevista que está satisfeito com o último livro que escreveu mas busca fazer sempre melhor, um processo natural em qualquer escritor. “Cemitério de Pianos” é uma obra que está relacionada com as anteriormente escritas, o autor coloca sempre um pouco da sua vida nas obras que escreve, recorrendo a experiências da sua vida. Em todos os seus romances Família e Morte são temas sempre presentes. Este novo romance é o que tem mais diálogos de todos os outros já publicados, influência da experiência que J.L. Peixoto está a desenvolver com a escrita de peças de teatro. As personagens falam mais, existindo mesmo dois narradores nesta obra, sendo que cada um vai falando e interpretando a história, segundo palavras do entrevistador.&lt;br /&gt;   José Luís Peixoto considera que a escrita é organização e gestão, arranjar fórmulas para aquilo que chega sem fórmulas. Diz, e para finalizar, que um autor é a soma das suas várias experiências. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116967951756570312?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116967951756570312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116967951756570312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/jos-lus-peixoto-e-o-mundo-literrio.html' title='José Luís Peixoto e o mundo Literário'/><author><name>António</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08695038487823548391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116967814325216862</id><published>2007-01-24T22:33:00.000Z</published><updated>2007-02-01T22:37:12.679Z</updated><title type='text'>José Luís Peixoto, o fascinio pelas letras!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3739/4211/1600/552937/j.l.peixoto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3739/4211/320/842099/j.l.peixoto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O programa da Antena 1 “Escrita em dia”, tem como tema principal de conversa os livros. Foi entrevistado numa destas edições por Francisco José Viegas, o escritor José Luís Peixoto, de 32 anos, que lançou recentemente o seu último romance “Cemitério de Pianos”.&lt;br /&gt;O escritor descobriu o gosto pela leitura na adolescência impulsionado por clássicos que havia lido, mas foi ao ler um poema seu que sentiu uma vontade nunca antes conhecida. Começou a sua “aventura” no mundo da escrita por volta dos 16 anos com publicações no “Diário Jovem”, suplemento do “Diário de Notícias”. José Luís Peixoto, um homem fascinado pelas letras, é um escritor aplaudido pela crítica, considerado a estrela da nova geração de autores portugueses algo que para o mesmo é “supérfluo”. Este é um escritor multifacetado que nunca rejeita um desafio. Tem como ambição criar objectos para quem os queira interpretar sentindo que está a crescer enquanto escritor. Um dos seus desejos é nunca parar de aprender, espera um dia morrer a aprender coisas. O escritor considera não ter tido adolescência, passando directamente da infância para a idade adulta e enumera “Morreste-me”, o seu primeiro livro, como o filtro da sua viragem enquanto escritor. No seu novo romance, “Cemitério de Pianos” aborda bem como nos anteriores, temas como a morte, em particular a sua travessia, a noção de família, nomeadamente a relação pai, filho, acrescentando também o nascimento e um olhar mais naturalista, fugindo um pouco à sua marca já atribuída de escritor fantástico.&lt;br /&gt;   José Luís Peixoto, que mostra inserir sempre nos seus livros uma componente auto-biográfica, auto-critica-se, mostrando um olhar sereno e totalmente ponderado em relação às suas próprias obras. O autor de “Morreste-me”,  “Nenhum Olhar”, “Uma Casa na Escuridão” e “Antídoto”, ambiciona tornar-se um escritor intemporal, interpretado através dos seus texto quantas vezes a vontade o quiser e pelo pouco que nos é possível opinar, parece óbvio que o irá conseguir.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116967814325216862?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116967814325216862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116967814325216862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/jos-lus-peixoto-o-fascinio-pelas.html' title='José Luís Peixoto, o fascinio pelas letras!'/><author><name>Alda Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17723364649743085376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116965596608409286</id><published>2007-01-24T16:02:00.000Z</published><updated>2007-02-01T22:35:10.408Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fazendo uma avaliação à entrevista a&lt;a href="http://www.joseluispeixoto.net/news/"&gt; José Luís Peixoto&lt;/a&gt;, conduzida por &lt;a href="http://wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Viegas"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Viegas"&gt;No que toca à entrevista e ao modo como foi conduzida, penso que tem açguns aspectos que podemos apontar e reflectir. Nomeadamente a forma como iniciaram o diálogo, o apresentador poderia ter falado sobre o entrevistado J.L.P e depois este argumentava os aspectos que estavam correctos, ou os que que tinham alterado, mediante as situações da vida.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Viegas"&gt;Francisco Viegas, poderia ter explurado os aspectos que o fizeram alterar, porque dessa mudança, se a escrita o tinha feito mudar, ou era apenas uma ilusão.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Viegas"&gt;No que toca ao real tema desta conversa, o novo livro "&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.citador.iol.pt/biblio"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/a&gt;", penso que se poderia ter explorado melhor o tema.&lt;/div&gt;Ao ouvir a entrevista não fiquei esclarecida nem motivada para ler o livro. Poderíam ter explorado melhor este tema para cativar os leitores, falando das personagens que giram à volta da história.&lt;br /&gt;Ouve muita divagação no tema do livro, que neste caso deveria ter sido o tema fundamental da conversa, mas que não foi, o autor do livro divagou muito sobre a sua vida.&lt;br /&gt;A qualidade da &lt;a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/ichagas/mi1/entrevistat2"&gt;entrevista&lt;/a&gt; poderia ter sido sem dúvida melhor, valorizando sim o novo livro, para convencer os leitores em geral , que de facto esdte livro é uma boa obra, merecedora de atenção.&lt;br /&gt;pergunto-me se esta entrevista teve o impacto que realmente era necessário, para cativar os leitores a comprar o livro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116965596608409286?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116965596608409286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116965596608409286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/fazendo-uma-avaliao-entrevista-jos-lus.html' title=''/><author><name>Patrícia Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10157965702997221379</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116941257155365198</id><published>2007-01-21T20:18:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:40:16.300Z</updated><title type='text'>Antonio Lobo Antunes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2515/4295/1600/934396/lobo_antunes1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2515/4295/320/931631/lobo_antunes1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Lobo_Antunes"&gt;António Lobo Antunes&lt;/a&gt;, conhecido do grande público pelo seu percurso como escritos Português (juntamente com José Saramago) é sobretudo um escritor versátil, licenciado em medicina, com especialização em psiquiatria.&lt;br /&gt;Este considera que um bom livro é “um livro escrito sobre mim”, conforme afirma numa entrevista dada a rádio TSF.&lt;br /&gt;Os livros são cada vez mais biográficos e afirma apreciar a sua vida privada,” as pessoas tem o direito aos livros e não à sua vida”. Um escritor que dá grande importância aos valores morais como a “bondade”, “generosidade”,” tem cada vez mais uma consciência cruel dos seus defeitos enquanto homem”.&lt;br /&gt;“Eu não sou o escritor dos meus livros”: é um sopro uma força que o faz escrever, “tudo acaba por ser muito importante para mim”, decerto modo todas as coisas o marcam, vindo mais tarde a sua memoria dando-lhe uma inspiração para escrever.&lt;br /&gt;Os livros que escreveu recentemente são muito superiores àqueles que escreveu em tempos, no entanto, todos os livros que escreveu são muito importantes pois permitiram-lhe uma aprendizagem, considera que só devia ter publicado a partir do décimo segundo “Esplendor de Portugal”.&lt;br /&gt;Quando entrega um livro numa editora “esquece-se dele”, ou por outras palavras abandona-o para poder começar outro.&lt;br /&gt;Os livros estão sempre carregados de “coisa inúteis”, “más”,”redundâncias”, defende que a primeira versão do livro já contém o livro todo, depois aquilo que tem de fazer são “limpezas”.&lt;br /&gt;Tem uma sensação de estranheza, não só com a sua imagem, quando se depara com as suas fotos nos livros anteriores, mas também com o “eu” confessa parecer “outra pessoa”.&lt;br /&gt;Na minha opinião, este grande autor tem espírito de missionário, “tenho sempre medo horrível que não consiga acabar o livro” , querendo transmitir-nos através da escrita a sua experiência de vida, os seus pensamentos mais íntimos, a sua sabedoria.&lt;br /&gt;Vive muito para o trabalho, para os livros, para a escrita, “nunca fui muito sociável”.&lt;br /&gt;Talvez por a imaturidade que tinha em tempos Lobo Antunes admite ter sido injusto ao criticar Vasco Graça Moura, que considera hoje um dos melhores poetas da literatura portuguesa.&lt;br /&gt;Com o passar do tempo deixou de ter uma visão egocêntrica do mundo, e inevitavelmente tornando-se humilde “…devido aquilo que sonhou e aquilo que conseguiu”.&lt;br /&gt;Confessa que a literatura tem que ser apresentada de uma forma divertida ”Um grande livro tem sempre de ter humor”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116941257155365198?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116941257155365198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116941257155365198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/antonio-lobo-antunes.html' title='Antonio Lobo Antunes'/><author><name>sara david</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07748896374551349920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116938776102712452</id><published>2007-01-21T13:52:00.000Z</published><updated>2007-01-23T12:01:30.106Z</updated><title type='text'>Entrevista a José Luís Peixoto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Escrita em dia” é um programa da Antena 1 conduzida por Francisco José Viegas.&lt;br /&gt;O convidado de um destes programa foi José Luís Peixoto, um alentejano de 32 anos que tem uma paixão pela escrita. Esta paixão surgiu na sua adolescência, fruto das suas leituras. Conta que um dia sentiu-se atraído a tentar fazer algo que fosse parecido como nos outros livros, que tivesse a ver consigo e também com o meio que o rodeava. Surpreendeu-se então com um poema que nunca tinha imaginado como tal.&lt;br /&gt;Pelo seu grande fascínio pela literatura e pelas letras tirou um curso de literatura na Faculdade de Letras de Lisboa. Os anos passados na grande cidade foram para ele importantes, tanto a nível literário bem como a nível humano. Conheceu muitos amigos, e participou em ocasiões que nunca irá esquecer.&lt;br /&gt;José Luís Peixoto diz que "queria objectos que possam oferecer-se a interpretar a quem desejar interpretá-los, essa interpretação não é minha “, os meus textos são objectos fixos e com toda a sua subjectividade nunca um texto é alvo de uma só interpretação, mas sim quando tem várias interpretações é uma mostra do rigor e da riqueza dos próprios textos e da pessoa.&lt;br /&gt;O autor sente-se satisfeito com o lançamento do último livro, em que no início tomou algumas direcções menos interessantes na construção do mesmo, pois escreveu e depois substituiu a sua construção por outra construção. O autor diz que a única coisa que se arrepende é não ter tempo para dar atenção merecida aos vários projectos em que se envolve, no entanto participar em vários projectos não é prejudicial ao contrário o preenche. No entanto, para dar uma completa atenção aos projectos ele diz que passa por ser mais organizado ainda.&lt;br /&gt;O autor diz que trabalha por obsessão, e com uma disciplina de não marcar horários. Quando começa num trabalho/projecto só para quando terminar. Escreve obsessivamente e só para de escrever quando termina de escrever. Este seu último livro é um romance, que levou muito tempo a ser construído.&lt;br /&gt;José Luís Peixoto diz que o que o preocupa é ”chegar ao tempo de não ter nada para dizer, chegar ao momento em que disse tudo o que tinha para dizer ou tudo aquilo que era fundamental que dissesse”&lt;br /&gt;Este seu último romance tem raízes directas no primeiro livro que escreveu aos 16 anos; foi como se começasse a escrever outra vez. Neste último livro a noção de família esta presente em todos os textos e também a morte, em que não tem necessidade de falar do novo mas fala sobretudo da morte.&lt;br /&gt;Neste seu último romance, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/span&gt;, tem passagens comoventes que antecedem a narração, há uma serenidade das coisas que morrem, após uma morte simultânea há um nascimento. No seu livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Morreste-me&lt;/span&gt;, publicado em 2002, cada frase foi bastante violentamente arrancada por ele. O escritor encontra formas para dizer aquilo que nos chega sem fórmulas, a morte.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/span&gt; é um livro mais naturalista, há poucos elementos do maravilhoso, que sejam directamente dessa área.&lt;br /&gt;O escritor diz que sem esforço de existir uma conciliação, ele próprio torna-se num romance, tudo aquilo que ele tem, como em todas as outras áreas da escrita. Ele próprio torna-se uma soma dessas suas experiências.&lt;br /&gt;A sua participação na escrita de teatro ajudou-o de uma certa forma a escrever nos outros géneros, inclusive neste seu último romance as personagens falam mais.&lt;br /&gt;Já no fim da entrevista, José Luís Peixoto diz que gosta que o convidem para recitar a sua poesia, ele gosta de ler em público aquilo que escreve e de encontrar pessoas que fazem o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116938776102712452?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116938776102712452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116938776102712452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/entrevista-jos-lus-peixoto_21.html' title='Entrevista a José Luís Peixoto'/><author><name>Patrícia Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18292771924077114770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116933797049214864</id><published>2007-01-21T00:06:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:55:54.476Z</updated><title type='text'>Entrevista a José Luís Peixoto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entrevista conduzida por Carlos Vaz Marques (RDP, "Escrita em Dia", 30 de Novembro de 2006), respeito à nova obra literária &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O autor revela-se um homem fascinado pelas letras, possuidor do dom da escrita. Desde muito jovem que encontrou na escrita a forma de se exprimir, de dar forma ao que não tem forma, de se relacionar com o meio que o rodeia e consigo próprio, sendo a Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas apenas uma consequência de sua paixão. O autor afirma que o seu novo romance tem raízes no que escreveu anteriormente, nomeadamente do seu primeiro livro Morreste-me.&lt;br /&gt;Após pausa na entrevista, o mediador faz uma breve introdução bibliográfica do autor e regressando ás raízes inspiradoras afirma que neste último romance existe uma componente auto-bibliográfica muito forte, na qual o autor confirma referindo a família. Reforçando esse sentimento Francisco José Viegas apelida-o de obsessão, esclarecendo tanto morte como família encontram-se sempre presentes nos textos do autor, o qual confirma e sem se sentir pressionado apresenta-se reticente quanto à presença desses valores em textos futuros.&lt;br /&gt;Nesta altura da entrevista o mediador lê excertos do livro, um excerto do fim do primeiro capitulo, onde é-nos desvendado uma acção no hospital, em que uma personagem descansa de forma serena, com uma felicidade de algo milagroso que se passará e a dada altura o narrador afirma ter morrido, seguidamente o mediador recita a primeira frase do romance - "Quando comecei a ficar doente soube logo que ia morrer" -, afirmando tratar-se de uma cena muito comovente recita outro excerto, este retratando a última tarde em que a personagem esteve viva, a visita da família ao hospital, onde sentimentos de tristeza estão presentes e realça a serenidade passada pelo autor pelas coisas que morrem neste romance. O autor questionado de como se chega e se transmite tamanha serenidade, explica o atenuar da morte com a simultaneidade de um nascimento, sendo esta uma serenidade única, que não sentiu em qualquer outro livro por si redigido mesmo após comparado com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Morreste-me&lt;/span&gt;, livro que embora transpareça serenidade, para o autor escreve-lo revelou-se muito sofrido, arrancado de si do seu interior.&lt;br /&gt;O rumo seguido pelo autor, segue um percurso por si "vivido", de dar formas aos sentimentos, emoções e organizá-los, fez com que se familiarizar-se com certos temas, como a morte, que hoje aceita de uma forma mais serena.&lt;br /&gt;Na altura em que "nasceu o menino do Francisco", esta obra passa por uma reestruturação, o autor após reler os seus textos, utiliza outro tipo de escrita, narração entrecortada, em que cada parágrafo pertence a uma das personagens, pai e filho.&lt;br /&gt;O título do livro, um lugar de liberdade, naturalismo, a imagem de um paraíso, um depósito de instrumentos musicais em termo de vida, o refugio de um grupo de pessoas, este sentimento forte que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/span&gt; lhe transmite permitiu que encaixa-se no romance.&lt;br /&gt;Para além da prosa, aquilo que se vê a fazer, deseja escrever, realiza experimentações em outras áreas, como no teatro e na musica, que são mais valias experimentais. Fá-lo despertar para outras formas de escrita literária que transporta para o romance, como no caso do teatro com mais diálogo e mais comprido.&lt;br /&gt;Ao ler excertos de um romance e / ou poemas fá-los sentir de forma igual e, no entanto, correspondem a formas de escrita bastante distintas. Para o autor, o convívio com escritores, o recitar seus poemas e prosas dão-lhe imenso prazer.&lt;br /&gt;A entrevista transparece a harmonia entre o autor, José Luís Peixoto, as letras e os sentimentos por si vividos e criados tanto na satisfação da realização de mais uma obra de Literatura Portuguesa como na sua inserção no meio que o envolve.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116933797049214864?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116933797049214864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116933797049214864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/entrevista-jos-lus-peixoto_116933797049214864.html' title='Entrevista a José Luís Peixoto'/><author><name>Octávio Remédios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05175341956621681433</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116925768204476585</id><published>2007-01-20T01:31:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:51:16.496Z</updated><title type='text'>Na Rádio com... José Luís Peixoto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4183/4037/1600/749338/peixoto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4183/4037/320/867397/peixoto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="www.joseluispeixoto.net"&gt;José Luís Peixoto&lt;/a&gt; mostra-nos nesta entrevista conduzida por Francisco José Viegas (&lt;a href="www.rtp.pt"&gt;RDP&lt;/a&gt;, programa “Escrita em Dia”, no dia 30 de Novembro de 2006) o que está para além das suas obras. Partilha com todos os que o ouvem partes da sua vida e até da sua alma.&lt;br /&gt;Este alentejano de 32 anos caminhou, desde a sua adolescência, pelos trilhos da escrita e, passo a passo, foi consolidando um estilo próprio que lhe valeu o título de “estrela da nova geração de autores portugueses” e vários prémios literários.&lt;br /&gt;Este jovem escritor mostra, pelo seu percurso, uma polivalência literária fora do vulgar, tendo obra nas mais variadas vertentes da escrita, desde a poesia, passando pelo romance e teatro, até às letras de música.&lt;br /&gt;O autor explica a Francisco José Viegas que se sente satisfeito com o que escreve, mas que pensa que poderá sempre fazer melhor.&lt;br /&gt;A humildade de José Luís Peixoto é também confirmada quando ele afirma que não se sente dono daquilo que escreve e que cada texto pode e deve ser interpretado por quem o lê, dando assim um pouco da riqueza pessoal de cada leitor a cada leitura.&lt;br /&gt;Vê-se como um escritor obsessivo apesar de não cumprir horários e de se considerar indisciplinado.&lt;br /&gt;No caso da sua última publicação, o autor admite ter levado algum tempo na sua escrita, tendo mesmo alterado a estrutura desta obra, até chegar à forma que nos apresenta. Admite estar muito satisfeito com este seu “Cemitério de Pianos”. Este livro, considerado um dos livros do ano de 2006, transparece tal como toda a obra de José Luís Peixoto, uma carga autobiográfica muito acentuada, voltando, mais uma vez, aos temas da morte e da família.&lt;br /&gt;Mas o autor vê este livro como um texto mais naturalista, em comparação com o peso que o fantástico/mágico tem em toda a sua restante obra. A própria estrutura formal da história é diferente, acentando quase toda, no diálogo feito entre pai e filho, alternando a fala de cada personagem por parágrafos.&lt;br /&gt;José Luís Peixoto vê neste livro uma ligação entre a morte e nascimento, mais do que apenas morte, como afirmava a Francisco José Viegas, nesta entrevista.&lt;br /&gt;A ideia para esta história surgiu-lhe no dia em que lhe falaram de um cemitério de pianos, no conservatório de música de Lisboa. Esta sala tornou-se num ponto de encontro para os alunos do conservatório, tal como no seu livro, era um ponto de encontro e vivências dos seus personagens.&lt;br /&gt;José Luís Peixoto gosta de levar às pessoas aquilo que escreve, e isso nota-se na maneira apaixonada e ao mesmo tempo humilde como fala da sua obra literária, nesta entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tenho medo de chegar ao ponto de não ter nada para dizer…”&lt;br /&gt;O seu percurso e a sua obra levam a crer o contrário!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116925768204476585?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116925768204476585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116925768204476585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/na-rdio-com-jos-lus-peixoto.html' title='Na Rádio com... José Luís Peixoto'/><author><name>Inês Patrício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01377805627735907076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116894787504241529</id><published>2007-01-16T11:42:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:47:03.380Z</updated><title type='text'>Entrevista a José Luís Peixoto</title><content type='html'>"Escrita em dia" é um programa da “Antena 1” conduzida por Francisco José Viegas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um programa dado “à conversa à volta dos livros, com os seus autores”, que dá oportunidade de divulgação de muitos trabalhos que se fazem no nosso país e que muitas vezes passam despercebidos do grande público.&lt;br /&gt;Apresentando uma pluralidade e uma multiplicidade de intervenção, quer na poesia, no teatro, na música e no romance, José Luís Peixoto, acaba de publicar mais um romance &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitérios de Pianos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Ao longo da entrevista é-nos dada a oportunidade de além de conhecermos melhor a obra e o autor, conhecermos ainda, todo o seu percurso de escrita, o que, a meu ver é de extrema importância, como forma de incentivo a novos autores, com percursos semelhantes.&lt;br /&gt;José Luís Peixoto, começou a escrever aos 16 anos. O seu gosto pela literatura impeliu-o a sair da sua terra e ir estudar para Lisboa.&lt;br /&gt;Actualmente com 32 anos apresenta já algumas obras publicadas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Morreste-me&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nenhum Olhar&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma Casa na Escuridão&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Antídoto&lt;/span&gt;, e recentemente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/span&gt;. Para além destas obras de ficção, tem ainda poesia com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Criança em Ruínas&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Casa na Escuridão&lt;/span&gt;. José Luís Peixoto escreve ainda letras de canções e peças de teatro. Sendo o romance, a poesia, e a escrita em prosa o que lhe surge com mais naturalidade.&lt;br /&gt;Este novo romance trata do tema da família, que tal como a morte, é uma obsessão para José Luís Peixoto. É um romance que apresenta passagens comoventes que antecedem o começo da narração. Apresenta uma grande serenidade diante da morte, “a serenidade das coisas que morrem”, também pelo facto de ser uma morte simultânea a um nascimento. Existindo uma perfeita ligação entre aquilo que nasce e aquilo que morre.&lt;br /&gt;Para José Luís Peixoto a escrita é organização, é gestão. A sua ambição quanto aos textos, é criar objectos que possam oferecer-se à interpretação de quem quiser interpretá-los. Os textos com toda a sua subjectividade nunca poderão ser algo de uma única interpretação.&lt;br /&gt;José Luís Peixoto “gosta muito de ler em público o que escreve e aquilo que faz e de encontrar outras pessoas que fazem o mesmo”.&lt;br /&gt;Têm recebido prémios na área da literatura e as suas obras estão representadas pelo mundo inteiro.&lt;br /&gt;É importante que se evidencie os nossos autores, que muitas vezes são conhecidos no estrangeiro passando despercebidos no nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116894787504241529?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116894787504241529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116894787504241529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/entrevista-jos-lus-peixoto.html' title='Entrevista a José Luís Peixoto'/><author><name>Ana Craveiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07777116471268202263</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116881808054615120</id><published>2007-01-14T23:31:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:41:07.170Z</updated><title type='text'>Entrevista a António Lobo Antunes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4235/4225/1600/334251/loboantunes.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4235/4225/400/381918/loboantunes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;A entrevista conduzida por Carlos Vaz Marques, na &lt;a href="http://www.tsf.pt/online/radio/index.asp"&gt;TSF&lt;/a&gt;, no respectivo dia 15 de Novembro de 2006, mostra-nos o percurso de um escritor romancista proveniente de uma família da grande burguesia portuguesa. É ele &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%83%C2%B3nio_Lobo_Antunes"&gt;António Lobo Antunes&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sendo um homem que sempre preferiu que gostassem mais de si do que dos seus livros, começou por utilizar o material psíquico que tinha marcado toda uma geração: os enredos das crises conjugais, as contradições revolucionárias de uma burguesia empolgada ou agredida pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o_dos_Cravos"&gt;25 de Abril&lt;/a&gt;, os traumas profundos da guerra colonial e o regresso dos colonizadores à pátria primitiva. Isto permitiu-lhe de imediato, obter um reconhecimento junto dos leitores, que, no entanto, não foi suficientemente acompanhado pelo lado da crítica&lt;br /&gt;Proclama-se como um homem comum e cheio de defeitos mas mesmo assim tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, vendidos e traduzidos em todo o mundo. Pouco a pouco a sua escrita concentrou-se, adensou-se, ganhou espessura e eficácia narrativa.&lt;br /&gt;A segurança que cada vez mais sente em relação à sua escrita é lhe conferida através do trabalho e da perspectiva do trabalho passado. Um dos seus maiores medos é não conseguir romper com a forma que ele próprio criou. Note-se que em termos temáticos, a sua obra aborda lugares nunca pacíficos, marcados pela perda e morte dos mitos, afectos do passado e pelos desencontros, incompatibilidades e divórcios nas relações do presente, numa espécie de deserto cercado de gente que se estende à volta das personagens.&lt;br /&gt;Não se sente autor dos seus livros. É como se estes lhe fossem ditados ou soprados ao ouvido como uma leve brisa de ar. Este é um facto curioso de constatar e ao mesmo tempo brilhante.&lt;br /&gt;Quando começou, antes de publicar, com cerca de 7/8/9 anos, confidencia em tom de brincadeira, que inconscientemente fazia “plágios descarados de toda a gente”. Mas mesmo assim, e com tenra idade, já se considerava como escritor e sabia que era aquilo que queria fazer para o resto da vida. Assume o enorme respeito que tem pelos livros e a incapacidade de jogar fora qualquer tipo deste. Efectuar qualquer tipo de leitura confere-lhe um prazer imenso enquanto que a escrita faz com que sinta uma mistura de sentimentos. Ele próprio sente que vai deixar uma marca na literatura.&lt;br /&gt;Autor de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ontem não te vi em Babilónia&lt;/span&gt;, assume que anteriormente foi completamente injusto numa fase em que queria fazer valer a sua escrita uma vez que considerava trazer algo de novo.&lt;br /&gt;A sua obra prosseguiu numa contínua renovação linguística, tendo os seus últimos romances (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Exortação aos Crocodilos&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não entres tão depressa nessa noite escura&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que farei quando tudo arde?&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Boa tarde ás coisas aqui em baixo&lt;/span&gt;), bem recebidas pela crítica, marcado definitivamente a ficção portuguesa dos últimos anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para muitos António Lobo Antunes é o escritor do humano. É o mistério que não atingimos…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116881808054615120?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116881808054615120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116881808054615120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/entrevista-antnio-lobo-antunes.html' title='Entrevista a António Lobo Antunes'/><author><name>Sofia Patola</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09575034555049193610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116855575759774079</id><published>2007-01-11T22:41:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:45:13.113Z</updated><title type='text'>"O Homem Objectivado"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3254/4003/1600/900613/saramago.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3254/4003/320/597467/saramago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;“Queria objectivar-me a mim mesmo. Ver-me a mim mesmo na circunstância e não fazer literatura à volta disso, mas contar os factos”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;José Saramago posiciona-se assim, distante e despojado, perante o seu novo livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Pequenas Memórias&lt;/span&gt;, em entrevista ao programa Pessoal e Transmissível, da TSF, no dia 16 de Novembro de 2006. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;São “as memórias pequenas”, como lhe chama, que reportam à infância do autor na aldeia de Azinhaga (Ribatejo) e posteriormente em Lisboa, até à idade dos 13, 14 anos. A idade em que se constroem e cimentam as identidades. Uma infância que decorrendo em finais dos anos 20 e anos 30, nos traz à memória as histórias de meninos descalços e reguilas contadas também pelos nossos avós da província ou a imagética criada pelos filmes da época de ouro do cinema português. Contudo, realista, o autor duvida das infâncias felizes pois há momentos em todos nós que dificilmente encaixariam na definição de felicidade. O que há são apontamentos felizes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Perpassa pela entrevista a doçura com que fala dos avós analfabetos (como fez questão de referir no discurso de aceitação na &lt;a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/1998/lecture-p.html"&gt;Academia Sueca&lt;/a&gt; a propósito da atribuição do Nobel) e algum constrangimento quando os pais estão em foco. Talvez pela violência (doméstica e privada) que associa ao pai e a secura maternal, causada pelo desaparecimento prematuro do irmão, que lhe definiu o carácter posterior (facto que refere em entrevista ao &lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327166"&gt;JL&lt;/a&gt;, de 8 de Novembro 2006). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Do alto dos seus majestáticos 84 anos, Saramago pode arrogar-se de que nada é passível de ser apagado da memória, embora existam coisas que possam ficar guardadas numa “cápsula de silêncio ou de segredo”. Dessas nunca rezará a história pois “nunca ninguém confessou exactamente algo de que se envergonhasse”. E ele tem pouco com que se envergonhar, pelo menos naqueles dias de infância. Teve algumas hesitações quanto à inclusão de certas situações, mas foram hesitações breves. Por isso, não há aqui remorsos pendentes. Nem ao descobrir que uma certa prima que refere no livro ainda estava viva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A gaguez em criança ditou-lhe um temperamento reservado e contemplativo, comportamento que o Nobel português justifica ser a causa dos atributos que comummente lhe destinam, como antipatia, cara fechada, orgulho ou vaidade. Veementemente refuta estas características, principalmente a do orgulho associado à vaidade, relativizando, neste processo, até o prémio Nobel, no que se assemelha mais a um exercício de falsa modéstia, do que intenção verdadeira para provar o seu ponto de vista. “Tenho prémio Nobel. Sim! E quê?”, interroga-se no aeroporto de Frankfurt ao saber da notícia da sua atribuição. Se há razões para que o orgulho nos expluda no peito esta era mais que justificada, seguramente. Condescende e refere que realmente este prémio mudou a sua vida, mas que continua a ser a mesma pessoa e “sobre isso não admito debate nem discussão!”, reitera. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há dois momentos da sua infância que Saramago retira do livro, com o sentimento de quem está a saborear um acepipe há muito esquecido: o prazer (jamais inigualável) que sentiu ao ter sido considerado o melhor aluno da classe e ascendido ao “lugar do monarca” e o da estrondosa queda, durante o peditório para o Santo António, que lhe provocou dores físicas e feridas profundas no orgulho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se o Saramago ficcionista retocou a forma, foi o Saramago memorialístico - o da memória, sempre a memória -, que fez de repositório deste pequeno livro, amadurecido ao longo de anos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Senti dentro de mim, se bem me recordo, se não estou a inventar agora, que tinha, finalmente, acabado de nascer.”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;E assim começa a jornada do Zézito, aquele que não tinha culpa do diminutivo e que muito pior teria sido se o nome fosse Manuel e o tratassem por Nelinho.&lt;br /&gt;(as hiperligações foram acrescentadas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116855575759774079?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116855575759774079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116855575759774079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/o-homem-objectivado.html' title='&quot;O Homem Objectivado&quot;'/><author><name>Leonor Basílio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818021171412762407</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116854357151414380</id><published>2007-01-11T19:23:00.000Z</published><updated>2007-01-23T12:19:48.593Z</updated><title type='text'>António Lobo Antunes entrevistado por Carlos Vaz Marques</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A audição desta entrevista proporciona momentos de grande prazer. Ouvir António Lobo Antunes falar é como se estivéssemos a ler páginas de um livro. A utilização frequente de comparações, metáforas e imagens tornam o seu discurso agradável.&lt;br /&gt;Na entrevista António Lobo Antunes fala da sua vida enquanto escritor e da evolução que sofreu. Começou a escrever, segundo o próprio, com cerca de oito anos, encarando, já nesta idade, a escrita com muita seriedade. Certo dia, ao ir para casa no autocarro, deu por si a pensar “Eu sou escritor! Quero escrever! Não quero fazer mais nada na vida!”. A partir daqui jamais parou e hoje, com sessenta e quatro anos, ainda escreve. No entanto, considera que só devia ter começado a publicar a partir do seu décimo segundo título &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O esplendor de Portugal&lt;/span&gt;. Apesar de não renegar os seus outros onze títulos, pois foram necessários para a sua aprendizagem, sente-se cada vez mais seguro daquilo que escreve e considera os últimos livros muito superiores aos iniciais.&lt;br /&gt;António Lobo Antunes revela um lado místico em si. Fala frequentemente que lhe “sopram os livros ao ouvido”, que “a sua mão é guiada por uma entidade invisível”.&lt;br /&gt;É um homem que se surpreende com facilidade, aceita a crítica e que o corrijam, mas não entende, fica até mesmo surpreso quando caracterizam a sua escrita de difícil, impenetrável, pois para ele, é muito clara, obvia.&lt;br /&gt;Contudo, admite que também já lhe aconteceu o mesmo com outros autores, e o que faz é ler, sem tentar entender, porque de repente tudo se ilumina.&lt;br /&gt;Embora passe muito tempo a escrever não associa a escrita a um prazer. Tem prazer sim, na leitura. Lê com prazer, com paixão “Descobrir um bom livro é uma maravilha!”, e à pergunta “O que é para si um bom livro?” responde simplesmente “É um livro que foi escrito só para mim.”.&lt;br /&gt;Quanto à escrita, sente-se cada vez mais seguro mas volta a evocar o medo, o medo de ficar preso aos seus próprios processos, de não ter capacidade de romper com a forma que lhe deu tanto trabalho a alcançar. Todavia, julga não conseguir manter este nível durante muito mais tempo. Assim, planeia escrever apenas mais dois ou três livros e, utilizando prudência e bom senso, interromper o caminho que está a percorrer.&lt;br /&gt;“Não faz sentido viver sem escrever”, mas continuar a escrever livros a este nível está seguro que não consegue fazer durante mais tempo. Está certo que não quer que se passe com ele, o que se passou com outros grandes escritores que admira. Gostaria de ter sentido autocrítico suficiente para ver que os seus livros não são aquilo que esperava deles porque já não é capaz de os fazer.&lt;br /&gt;Apesar de considerar que atingiu um nível de escrita que considera muito bom, diz ”Os meus livros são melhores do que eu!”. Ao proferir tal afirmação, justifica-se dizendo que a sua escrita é tão trabalhada, tão corrigida, pelo seu editor, que os livros acabam por ser melhor escritos do que aquilo que escreve usualmente. Espera que os seus livros tenham mais mérito que ele próprio.&lt;br /&gt;O autor considera-se um homem comum, cheio de defeitos e com consciência de que os possui, embora considere que cresceu com o tempo. Quando começou a escrever era “ingenuamente seguro”, injusto, agressivo, cruel. Desrespeitou pessoas importantes, e atacou quem hoje considera um dos maiores poetas vivos, Vasco Graça Moura. Está chocado consigo, e com o que escreveu, nessa altura sobre o autor.&lt;br /&gt;Hoje em dia é humilde, erra e pede desculpa. Considera que já que se sofre tanto na vida que não precisamos da ajuda de outrem para sofrer mais. Entende sem julgar. Gostava de ser mais generoso, mais disponível, e de ter uma bondade que não tem as vezes, uma vez que considera esta ultima qualidade, aliada ao carácter, mais importantes que a inteligência.&lt;br /&gt;António Lobo Antunes é muito crítico em relação a si próprio, algo que foi mudando ao longo da vida, tal como já foi anteriormente referido.&lt;br /&gt;Durante o seu crescimento deixou de ter uma visão heliocêntrica do mundo, do qual ele próprio era o centro, e percebeu que não era mais que ninguém.&lt;br /&gt;A humildade, característica muito vincada no autor, atingiu-a quando se apercebeu da distância que existe entre aquilo que sonhou e aquilo que conseguiu.&lt;br /&gt;Sente que vai deixar uma marca na literatura. Todavia, sente também que podia ter feito melhor e que podia ter ido mais longe.&lt;br /&gt;Homem que se ri de si próprio, das suas fraquezas, inabilidades e patetices.&lt;br /&gt;É assim, António Lobo Antunes, escritor de obras como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ontem não te vi em Babilónia&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os cus de Judas&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Terceiro livro de crónicas&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Boa tarde às Coisas aqui em Baixo&lt;/span&gt;.                                  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116854357151414380?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116854357151414380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116854357151414380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/antnio-lobo-antunes-entrevistado-por.html' title='António Lobo Antunes entrevistado por Carlos Vaz Marques'/><author><name>Marisa Batista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15503304473839621378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116844792794462168</id><published>2007-01-10T15:36:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:44:31.163Z</updated><title type='text'>Ouvi no outro dia...</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4078/4037/1600/49749/foto2.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4078/4037/200/104324/foto2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num certo programa de rádio ouvi no outro dia, no dia 15 de Novembro de 2006 na TSF, uma entrevista que me intrigou. Era sobre o escritor &lt;a href="http://www.ala.nletras.com/"&gt;António Lobo Antunes&lt;/a&gt;. Um escritor cuja carreira já vai na sua 12ª obra, sendo o último "&lt;a style="font-style: italic;" href="www.ala.nletras.com/biblio.htm"&gt;Ontem não te vi em Babilónia&lt;/a&gt;". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;António Lobo Antunes, considerado por muitos como um fenómeno da literatura a par de José Saramago e um candidato a prémio Nobel da Literatura, já com 64 anos, não se sente velho e evita os seus "cruéis espelhos". Um escritor que se auto retrata como um simples homem com as suas virtudes e defeitos. Muitas vezes referindo até as suas mágoas passadas, como bom português. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;António Lobo Antunes&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;não se deixa intimidar pela sua escrita passada, pois foi "o outro"António que a escreveu. O facto de afirmar, não se lembrar do que já escreveu e o de já não se identificar com essa escrita, é como se o escritor se quisesse desprender totalmente da sua vida passada, incluindo o começo da sua grande paixão, a escrita (com 7/8 anos foi num autocarro que começou a escrever e decidiu desde aí que era o queria fazer para o resto da sua vida).&lt;br /&gt;É num sentido evolutivo e de construção que lhe confere a segurança para continuar a escrever, pois que o trabalho dá-lhe essa segurança. Mas como pode ele não se lembrar das outras, as obras que o viciaram a seguir uma vida de letras e de palavras. Não consigo compreender como pode um autor "renegar" uma obra, escrita por si, que lhe causou emoções, que lhe marcou momentos de alegria, tristeza, amor, não sei. Talvez devido à sua experiência na guerra que o inspirou a escrever nessa altura, muitos deles referindo a época do fim do Estado Novo até à Democracia, o fim da Guerra Colonial, a instabilidade política vivida após o 25 de Abril. Creio que o facto de naquela altura nem tudo poder ser escrito nem publicado acabou por limitar muito a sua escrita e dado agora termos alcançado a liberdade de expressão leva-o a poder escrever com total liberdade mais do seu agrado.&lt;br /&gt;Toda a sua vida pensou que tinha criado algo novo e achava-se o "centro", o melhor e o único, mas o tempo, a vida e a sua própria escrita o fizeram entender que assim não o era. O mundo não precisa de mais inveja, estupidez, ignorância nem falta de intolerância. Com o tempo tudo se entende, tudo se compreende e tudo se alcança.&lt;br /&gt;Resta-lhe então agarrar-se à sua paixão, ler, ler, e ler e escrever, tentar então escrever qualquer coisa nova que preencha o vazio. Resta-lhe lembrar os amigos (Jorge Amado, Manuel de Fonseca, Vasco Graça Moura) e puxar do poço as palavras de que tanto necessita, resta-lhe perder o medo de ficar preso nos seus próprios pensamentos.&lt;br /&gt;De consciência cruel, ser polémico, orgulhoso e arrogante passa para um ser de consciência pura, de sinceridade e de humildade, como diz o próprio "a bondade nasce connosco" "mas é bom encontrar pessoas melhores do que nós". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois que os seus livros são melhores que ele; pois que gosta mais dos seus livros do que dele próprio. Apenas diz "os meus livros são melhores que eu" porque os corrige tanto que acabam por sair melhor do que esperava. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afirma que escreve melhor agora do que quando começou e que isso não vai durar, mas apesar de tudo o escritor sente-se em paz com a literatura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas das suas obras como "&lt;em&gt;A Explicação dos Pássaros&lt;/em&gt;", "&lt;em&gt;Exportação aos Crocodilos&lt;/em&gt;" a sua mais recente "&lt;em&gt;Ontem não te vi em Babilónia&lt;/em&gt;" e "&lt;em&gt;O meu nome é Legião&lt;/em&gt;" à espera de ser publicado, são consideradas por muitos boa literatura. &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(As hiperligações foram acrescentadas)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116844792794462168?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116844792794462168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116844792794462168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/ouvi-no-outro-dia.html' title='Ouvi no outro dia...'/><author><name>Natália Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03720723158827553356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116838990658805799</id><published>2007-01-10T00:42:00.000Z</published><updated>2007-01-24T20:46:32.803Z</updated><title type='text'>António Lobo Antunes</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7957/4240/1600/163444/10639[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7957/4240/200/370366/10639%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7957/4240/1600/493841/10639[1].jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvir&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AntÃ³nio_Lobo_Antunes#searchInput#searchInput"&gt; António Lobo Antunes&lt;/a&gt;, é sempre um prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temática desta entrevista gira à volta, sobretudo, do posicionamento de António Lobo Antunes perante si e perante os outros e, também, trata do processo criativo do autor. Mostra-nos o percurso de um escritor romancista proveniente de uma família da grande burguesia portuguesa.&lt;br /&gt;O autor reconhece que no início da sua carreira foi precipitado e teceu algumas críticas injustas que mais tarde reconheceu e pediu desculpas publicamente. Portanto, relativamente a esta faceta o seu carácter terá amadurecido e admite entender melhor as pessoas sem as julgar. Deixou de ter uma concepção egocêntrica do mundo, tornou-se humilde. Um dia, ao ir para casa no autocarro, pensou que queria ser escritor, e não fazer mais nada da sua vida. A partir desse dia jamais parou e hoje, com sessenta e quatro anos, ainda escreve.&lt;br /&gt;O escritor sente que vai deixar uma marca na Literatura Portuguesa Contemporânea.&lt;br /&gt;António Lobo Antunes, é escritor de obras como &lt;em&gt;Ontem não te vi em Babilónia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Os cus de Judas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Terceiro livro de crónicas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Boa tarde às Coisas aqui em Baixo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Um dos seus maiores prazeres é efectuar qualquer tipo de leitura. Isso confere-lhe um prazer imenso enquanto que a escrita faz com que sinta uma mistura de sentimentos.&lt;br /&gt;O escritor tenta manter a sua vida privada hermeticamente fechada aos olhos do público, perante o qual mantém uma relação de honestidade, embora admita que os seus livros retratam cada vez mais a sua vida. Como o homem que é, assim se mostra aos olhos dos leitores. Reconhece os seus defeitos e admite que gostava de ser mais bondoso, qualidade que admira mais do que a inteligência. Mantém uma relação de estranheza com a sua cara e com a sua idade, pois sente-se jovem e não reconhece aquele velho que o olha através do espelho. A idade e o tempo podem ser demolidores em termos físicos, mas não em termos de criação, de construção da obra.&lt;br /&gt;A idade trouxe-lhe segurança, porquanto considera os seus últimos trabalhos muito melhores que o primeiro, embora ainda tenha medo de ficar preso aos seus próprios processos criativos e de não conseguir ser capaz de romper essa teia. Afirma, ainda, temer não conseguir manter o seu nível literário por muito mais tempo. O autor tem consciência da sua finitude, a musa inspiradora pode deixar de lhe soprar ao ouvido. Para o escritor a inspiração não se prevê, acontece sem aviso prévio. O escritor, planeia escrever apenas mais dois ou três livros, utilizando prudência e bom senso.&lt;br /&gt;António Lobo Antunes é um autor complexo e, segundo muitos leitores, é difícil embrenharmo-nos na sua escrita metafórica. Porém, ao leitor mais distraído deve ser lembrado que este senhor é um dos grandes nomes da literatura portuguesa, situando-se ao mesmo nível de &lt;a href="http://html.editorial-caminho.pt/show_autor__q1area_--_3Dcatalogo__--_3D_obj_--_3D32198__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;José Saramago&lt;/a&gt;. António Lobo Antunes é um escritor bastante conceituado, prova disso são os mais diversos prémios que conquistou, tal como o Prémio Franco-Português em 1987 pela obra &lt;em&gt;Cus de Judas&lt;/em&gt;, ou o prémio instituído pela embaixada de França em Lisboa, no valor de duzentos mil escudos e atribuído a obras traduzidas para a língua francesa nos últimos cinco anos.&lt;br /&gt;Sem dúvida António Lobo Antunes é um potencial candidato, a um Premio Nobel. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116838990658805799?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116838990658805799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116838990658805799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/antnio-lobo-antunes_10.html' title='António Lobo Antunes'/><author><name>arminda_faustino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16538213165943748716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116809032004622959</id><published>2007-01-06T13:27:00.000Z</published><updated>2007-02-01T22:31:43.231Z</updated><title type='text'>António Lobo Antunes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao ouvir António Lobo Antunes, em entrevista para a TSF, ficamos a conhecer o mundo em que vive, e a sua posição perante o que o rodeia.&lt;br /&gt;António Lobo Antunes diz que com cerca de 7-9 anos achava-se o maior e fazia críticas muito más aos seus colegas escritores. Pensava só nele próprio e nos seus próprios sentimentos, mas ao longo dos tempos foi aprendendo a respeitar os outros escritores e a maneira como estes escrevem.&lt;br /&gt;Apesar de ser um grande escritor, tinha uma lacuna, se se pode considerar lacuna, quando admitia e quando referia que por vezes era demasiado sarcástico e feria os outros. Com o tempo aprendeu a ver o outro lado, a tornar mais real a palavra bondade e a respeitar os outros.&lt;br /&gt;Segundo o escritor, esta mudança não foi fácil e só foi possível porque esteve disponível para o fazer e disponível para mudar. Isso veio a reflectir-se nos seus últimos livros, em que refere que já consegue pôr na escrita um pouco de humor, o que não conseguia ao princípio.&lt;br /&gt;Relativamente à escrita, o autor foi evoluindo enquanto pessoa e enquanto escritor. O entrevistador, a dada altura, refere que as pessoas têm alguma dificuldade em perceber o que escreve e que isso poderá ter a ver com o facto de, no início, colocar poucos sentimentos nas personagens dos seus livros.&lt;br /&gt;Com a sua experiência de vida, António Lobo Antunes diz que aprendeu a tornar-se um homem mais sensível e aprendeu, acima de tudo, que existe um mundo para além da escrita.&lt;br /&gt;Um dos grandes objectivos do escritor é que os leitores, através dos seus livros, sejam capazes de perceber a mensagem que quer transmitir.&lt;br /&gt;O escritor descobriu o segredo da sua caminhada e tornou-se um homem sensível em relação a ele próprio e ás pessoas que o rodeiam. Foi e será na escrita que irá transmitir isso, no presente e no futuro…&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116809032004622959?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116809032004622959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116809032004622959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/antnio-lobo-antunes.html' title='António Lobo Antunes'/><author><name>Carla Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10066678191085067431</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116782392024423220</id><published>2007-01-03T10:24:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:36:03.723Z</updated><title type='text'>Prémio de Romance e Novela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://liegostei.wordpress.com/autor-do-mes/francisco-jose-viegas/"&gt;      Francisco José Viegas&lt;/a&gt; nasceu em 1962. Foi professor universitário e jornalista (nomeadamente director das revistas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ler&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Grande Reportagem&lt;/span&gt;) a quem recentemente foi concedido o prémio de romance e novela pela Associação Portuguesa de Escritores.&lt;br /&gt;    Actualmente é escritor e colaborador &lt;span style="font-style: italic;"&gt;freelancer &lt;/span&gt;de vários jornais e revistas (entre os quais, &lt;a href="http://jn.sapo.pt/"&gt;Jornal de Notícias&lt;/a&gt;, Elle, Ler, Grande Reportagem, Volta ao Mundo), trabalhando também para a rádio (&lt;a href="http://www.rtp.pt/antena1/"&gt;Antena Um&lt;/a&gt;) e para a televisão (&lt;a href="http://www.rtp.pt/"&gt;RTP&lt;/a&gt;, onde mantém o programa &lt;a href="http://livro-aberto.blogspot.com/"&gt;Livro Aberto&lt;/a&gt;, depois de ter sido autor e apresentador de Escrita em Dia, Ler para Crer, Primeira Página, Avenida Brasil, Prazeres ou Um Café no Majestic).&lt;br /&gt;   É autor de diversos livros de poesia, de livros de viagem e de romances publicados pela &lt;a href="http://www.asa.pt/index_flash.html"&gt;ASA&lt;/a&gt;: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Duas Águas do Mar&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um Céu Demasiado Azul&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Morte no Estádio&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um Crime na Exposição&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um Crime Capital&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lourenço Marques&lt;/span&gt;. Tem livros publicados na Alemanha, no Brasil e em França.&lt;br /&gt;Por ocasião do último prémio que lhe foi concedido (Grande Prémio de Romance e Novela&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;da Associação Portuguesa de Escritores)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; agradeceu a todos os que tornaram a sua atribuição possível. Escritor de histórias, refere que de alguma forma imagina histórias que o comovem na espectativa que as mesmas comovam também os seus leitores, pois desde a sua infância que é apaixonado por este género literário, escreve histórias porque não acredita um mundo sem história, sem memória, sem perturbação. Na sua opinião a história e a memória mostram-nos que vivemos com os outros e que são os outros que justificam todas as narrativas; sem os outros não teriamos ninguém para contar histórias, não teriamos ninguém para ouvir as nossas histórias, não teriamos com quem viver. Refere-se ainda à perturbação como algo que nos ensina  a pequena verdade de cada um, a pequena verdade dos outros que pode pôr em causa a verdade absoluta, aquela em que acreditamos.&lt;br /&gt;      Francisco José Viegas agradece também este prémio aos seus leitores, amigos mais chegados, familiares e aos seus personagens, pois sem eles não teria conseguido escrever nem contar histórias. sendo uma dessas personagens  o detective Jaime Ramos que só existe porque foi inventado criado pelo escritor, tratando-se de um homem vulgar, céptico tornando-se excepcional pela sua capacidade de permanecer vulgar, dedicado, tranquilo, apesar da vida inteira, a sua e a dos outros. Agradeceu também a todas as outras personagens como a Daniela e a Helena de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Longe de Manaus&lt;/span&gt;, por quem se apaixonou, ao brasileiro de&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;anaus que lhe proporcionou muitos momentos de riso, entre outros; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;esta&lt;/span&gt;ndo também grato a todos os lugares presentes no livro: Porto, Trás-os-Montes, o Douro, a Guiné, Cabo Verde, Angola, e Brasil, pois se não existissem esses lugares não teria podido escrever; graças a eles viajou bastante.&lt;br /&gt;      O seu livro tem duas ortografias: a portuguesa e a brasileira; mas serve-se, segundo este, de uma única língua, divertida, dramática, pueril, fantástica, sitada, brincalhona, empertigada, húmilde e divertida por   vários continentes onde já não depende de nós, portugueses, mas de todos os que falam independentemente de nós; sendo essa a sua melhor promessa, a sua melhor herança; pois é por ela que falam os nosso  mestres; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Vaz_de_Cam%C3%B5es"&gt;Luis de Camões&lt;/a&gt; e Fernão Mendes Pinto a Machado de Assis, Camilo Castelo Branco, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/E%C3%A7a_de_Queiroz"&gt;Eça de Queiroz&lt;/a&gt;, Cesário Verde ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa"&gt;Fernando Pessoa&lt;/a&gt;. Eles são os mestres da nossa lingua e a garantia de que ela existe para além dos dicionários do presente.&lt;br /&gt;     No final do seu discurso, Francisco José Viegas referiu também o nome de Miguel Real, autor de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em Nome da Terra&lt;/span&gt;, um livro notável que foi finalista com o escritor, nesta escolha do júri do prémio da APE; mencionando por fim o seu editor Manuel Alberto Valente agradecendo a sua companhia ao longo dos ultimos 15 anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116782392024423220?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116782392024423220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116782392024423220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/prmio-de-romance-e-novela.html' title='Prémio de Romance e Novela'/><author><name>Sara Guerreiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08298248252061842912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116774069693881334</id><published>2007-01-02T12:03:00.000Z</published><updated>2007-01-02T14:29:00.906Z</updated><title type='text'>Restantes trabalhos de comentário crítico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Temas para os restantes segundos trabalhos:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;3 de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Comentário à &lt;a href="http://tsf.sapo.pt/online/radio/interior.asp?id_artigo=TSF175304"&gt;entrevista a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;António Lobo Antunes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, conduzida por Carlos Vaz Marques (TSF, 15 de Novembro de 2006). Pode consultar ainda &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Lobo_Antunes"&gt;este endereço&lt;/a&gt;, bem como &lt;a href="http://www.ala.nletras.com/"&gt;este&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;10 de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Comentário à &lt;a href="http://tsf.sapo.pt/online/radio/interior.asp?id_artigo=TSF175339"&gt;entrevista a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Saramago&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, conduzida por Carlos Vaz Marques (TSF, 16 de Novembro de 2006). Pode consultar ainda &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago"&gt;este endereço&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://josesaramago.blogspot.com/"&gt;este&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;17 de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Comentário à &lt;a href="mms://195.245.176.20/rtpfiles/audio/wavrss/at1/141246-0612210300.wma"&gt;entrevista a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Luís Peixoto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, conduzida por &lt;a href="http://origemdasespecies.blogspot.com/"&gt;Francisco José Viegas &lt;/a&gt;(RDP, "&lt;a href="http://multimedia.rtp.pt/programa.php?prog=1002"&gt;Escrita em Dia&lt;/a&gt;", 30 de Novembro de 2006). Pode consultar &lt;a href="http://www.joseluispeixoto.net/"&gt;este endereço&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_Peixoto"&gt;este&lt;/a&gt; também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116774069693881334?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116774069693881334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116774069693881334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2007/01/restantes-trabalhos-de-comentrio.html' title='Restantes trabalhos de comentário crítico'/><author><name>MSP</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://www.eseb.ipbeja.pt/sameiro/sameiro2005.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116724682151487468</id><published>2006-12-27T19:10:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:28:00.173Z</updated><title type='text'>AL BERTO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5774/4227/1600/345588/Alberto_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5774/4227/320/600836/Alberto_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eduardo Pitta publica um &lt;a href="http://daliteratura.blogspot.com/2006/12/al-berto.html"&gt;post&lt;/a&gt; sobre uma recensão crítica feita ao poeta Al Berto.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Berto"&gt;Al Berto&lt;/a&gt; cuja verdadeira identidade foi Al Berto Raposo Pidwell Tavares, foi um dos poetas que merece todo o nosso apreço e consideração. Diz-nos Eduardo Pitta: "Se houve alguém na poesia portuguesa do século XX que transgrediu a linha de fronteira entre a cena literária e o espaço público, esse alguém foi o Al Berto".&lt;br /&gt;Concordo com a opinião de Eduardo Pitta quando este se refere ao facto de não se aceitar a omissão de informações de natureza privada, e não perceber como é possível redigir a biografia de um autor de quem se desconhecem os diários e correspondência, uma vez que este (Al Berto)  tentava preservar a sua vida íntima. Para um melhor conhecimento da sua vida foi necessário entrar em contacto com pessoas a si mais chegadas, a fim de se obter mais informação que até ao momento se omitia. Mesmo assim foi desnecessário visto que a informação obtida não foi suficiente para um melhor conhecimento do poeta.&lt;br /&gt;Em suma, destacamos Al Berto como um poeta que merece algum destaque no que se refere ao canône literário, uma vez que, na década de 60/70 escreveu sobre temas como por exemplo: drogas, homosexualidade, sexo em grupo; temas  estes que na altura se desviavam dos padrões veiculados. Posso então dizer que Al Berto foi pioneiro ao abordar temas sem excessivas preocupações de genealogia literária.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116724682151487468?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116724682151487468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116724682151487468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/al-berto.html' title='AL BERTO'/><author><name>Sandra Sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02603016045502991914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116679111241914882</id><published>2006-12-22T12:18:00.000Z</published><updated>2007-01-13T15:43:16.093Z</updated><title type='text'>Grande Prémio de Romance e Novela</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1030/3996/1600/755150/francisco_premio.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1030/3996/320/678043/francisco_premio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/!get_page?pageid=401&amp;tpcontent=FA&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=2285228&amp;idobra=&amp;amp;format=NP405&amp;lang=PT"&gt;Francisco José Pereira de Almeida Viegas&lt;/a&gt;, conhecido do grande público pelo seu percurso jornalístico, é sobretudo um escritor versátil que já publicou obras de divulgação, de poesia, romances, contos, teatro e relatos de viagens. Em 2006 a sua obra &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.asa.pt/produtos/produto.php?id_produto=729752"&gt;Longe de Manaus&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (romance policial) recebeu o &lt;a href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/!get_page?pnext=404&amp;amp;type=R&amp;code=1717346"&gt;Grande Prémio de Romance e Novela&lt;/a&gt;, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE). Trata-se de um dos mais importantes prémios literários portugueses, no valor de 15 mil euros, e foi atribuído por maioria por um júri constituído por José Correia Tavares, que presidiu, Liberto Cruz, Luis Mourão, Luiz Fagundes Duarte, Serafina Martins e Teresa Martins Marques.&lt;br /&gt;Segundo a APE, o número de livros admitidos ao concurso - noventa - foi o maior desde a primeira edição do prémio, há 24 anos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Longe de Manaus&lt;/em&gt; é o romance da solidão portuguesa, o retrato distante e desfocado de um país abandonado às suas memórias e ao seu desaparecimento, reconstruindo a própria linguagem do romance policial, subvertendo as suas regras e escrito em tons e linguagens distintos.&lt;br /&gt;Na entrega deste prémio, Francisco José Viegas realizou um &lt;a href="http://lportuguesa.malha.net/content/view/69/42/"&gt;discurso&lt;/a&gt; que irá permanecer nas nossas memórias, devido à sua sinceridade, honra e honestidade.&lt;br /&gt;O escritor inicia o seu discurso agradecendo o prémio ao júri, à Associação Portuguesa de Escritores e às entidades que colaboram com a APE. Durante todo o seu discurso agradece o prémio a várias pessoas, personagens e locais Agradece aos leitores, aos filhos, pais e amigos mais chegados. Curioso o agradecimento que faz aos personagens dos seus livros! O inspector Jaime Ramos, detective de &lt;em&gt;Longe de Manaus&lt;/em&gt;, há quinze anos que faz parte da vida do escritor e o tem acompanhado em várias histórias e aventuras. Sendo o detective um homem vulgar, céptico e acima de tudo um pessimista, Francisco José Viegas refere por vezes se identificar com ele. No seu discurso fala também do seu editor Manuel Alberto Valente, que sempre o apoiou e acompanhou no seu percurso durante quinze anos e nunca o deixou desistir, mesmo nesses momentos em que o seu pessimismo ultrapassava o do inspector Jaime Ramos!&lt;br /&gt;Ainda referindo os agradecimentos que fez ás suas personagens, destaca Daniela e Helena, de &lt;em&gt;Longe de Manaus&lt;/em&gt;, por quem se apaixonou; o inspector açoriano Filipe Castanheira; o brasileiro de Manaus, Osmar Santos; o detective Isaltino e à namorada de Jaime Ramos, Rosa.&lt;br /&gt;Para além de agradecer ás suas personagens, o que é bastante curioso, o vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela 2006 ainda agradece o prémio aos lugares que aparecem no livro, tais como o Porto, Trás-os-Montes, o Douro, a Guiné, Cabo Verde, Angola, e é claro, e Brasil. Existe um enorme cruzamento de geografias neste romance e graças as estes lugares o escritor pôde viajar bastante e escrever sobre eles. Se estes lugares não existissem não poderia escrever sobre eles, daí o porquê da sua gratidão!&lt;br /&gt;Para além de todos estes agradecimentos, no seu discurso ainda sublinha a sua gratidão à Língua Portuguesa, como a nossa maior herança, destacando grandes mestres como Luís de Camões, Fernando Pessoa, Eça de Queiroz, Cesário Verde, entre outros.&lt;br /&gt;O escritor não quis deixar de referir também o nome de &lt;a href="http://www.campo-letras.pt/autores/miguel_real.html"&gt;Miguel Real&lt;/a&gt;, autor de Em nome da terra, o livro que foi finalista com Francisco José Viegas para o prémio APE.&lt;br /&gt;O romance&lt;em&gt; Longe de Manaus,&lt;/em&gt; de Francisco José Viegas, foi reconhecido e premiado através do prémio de romance e novela que é organizado anualmente pela Associação Portuguesa de Escritores. Foi um prémio merecido pois trata-se de um romance fascinante no qual o escritor reflectiu a solidão portuguesa e onde há um cruzamento de geografias e de tipos humanos, provocando alucinações no próprio narrador, que ora escreve em português de Portugal, ora em português do Brasil.&lt;br /&gt;Francisco José Viegas ficou bastante grato e honrado pela atribuição do prémio e isso reflectiu-se no discurso que realizou, no qual há lugar para sentimentos indescritíveis, onde viaja no tempo referindo a gratidão existente pelas pessoas que o apoiaram, as personagens e os lugares. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Fazendo referência ao cânone literário, podemos sublinhar que, na sua formação concorrem três factores: a selectividade, a continuidade e a formalidade. Francisco José Viegas e a sua obra "Longe de Manaus" abrangem claramente estes factores. Relativamente à selectivedade, define a obra &lt;em&gt;Longe de Manaus &lt;/em&gt;o autor Francisco José Viegas, correspondendo a uma entidade cultural e literária ortodoxa e maioritariamente representativa; quanto à continuidade, refere-se à permanência ao longo do tempo das obras e dos autores no cânone, neste aspecto também concordamos, visto o autor, as suas obras e as suas personagens permanecerem há bastante tempo no cânone; por último formatividade, é uma ordem pedagógica e ideológica que nos diz que o cânone deve ser constituido por obras representativas de uma certa ordem social. Relativamente a todos os aspectos do cânone literário, podemos referir que Francisco José Viegas e a sua obra &lt;em&gt;Longe de Manaus &lt;/em&gt;abrangem os factores necessários para se identificar como cânone literário e precisamente pela sua excelente obra é que o escritor foi premiado.&lt;br /&gt;Por último, no seu discurso, o escritor refere ainda a responsabilidade acrescida que este prémio lhe trará, responsabilidade essa que é com o seu próximo livro, com a sua próxima história. O seu mérito foi reconhecido e foi premiado por tal, mas creio que Francisco José Viegas vai continuar a surpreender-nos com as sua histórias, continuando a receber muitos prémios no futuro como reconhecimento das suas histórias e livros fantásticos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116679111241914882?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116679111241914882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116679111241914882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/grande-prmio-de-romance-e-novela.html' title='Grande Prémio de Romance e Novela'/><author><name>Lina Franco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08111629135062461663</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116575617745941162</id><published>2006-12-10T13:08:00.000Z</published><updated>2006-12-16T20:10:36.423Z</updated><title type='text'>Homenagem  a David Mourão-Ferreira</title><content type='html'>Passo a citar a noticia do jornal &lt;a href="http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;sec=d67d8ab4f4c10bf22aa353e27879133c&amp;amp;subsec=&amp;id=1d678090f723bf6c70e5c574c6938543"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Primeiro de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; do dia27 de Novembro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="www.cgd.pt/sala_imprensa/2003/0210.htm"&gt;Universidade Fernando Pessoa &lt;/a&gt;prestou homenagem a &lt;a href="pt.wikipedia.org/wiki/David_Mour%C3%A3o-Ferreira"&gt;David Mourão-Ferreira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="pt.wikipedia.org/wiki/David_Mour%C3%A3o-Ferreira"&gt;Marco&lt;/a&gt; incontornável da &lt;a href="www.iplb.pt/pls/diplb/get_resource?rid=2170"&gt;conto&lt;/a&gt;, o &lt;a href="www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page?pageid=402&amp;tpcontent=FA&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=1717523&amp;idobra=&amp;amp;format=NP40"&gt;romance&lt;/a&gt; ou a crítica. Com o intuito de assinalar o 10º aniversário sobre a sua morte, a Universidade Fernando Pessoa organizou um colóquio onde foram discutidos diferentes aspectos da obra do autor que esteve sempre disposto a transformar a vida em &lt;a href="www.instituto-camoes.pt/cvc/literatura/"&gt;literatura&lt;/a&gt; e que preferiu ser um animal inquieto do que um ser limitado. Teresa Martins Marques, da Universidade de Lisboa falou, por exemplo, sobre a admiração que Mourão-Ferreira tinha por &lt;a href="http://www.arqnet.pt/portal/biografias/garrett.html"&gt;Almeida Garrett&lt;/a&gt;. Uma admiração que remonta aos seus 12 anos, que se particularizou perto dos 20 e cuja proximidade de ambos se reflecte no gosto pelo &lt;a href="pt.wikipedia.org/wiki/Teatro"&gt;teatro&lt;/a&gt;, na perpétua insatisfação na procura de si mesmo, no terreno aberto a todas as influências, nas complicações sentimentais ou até mesmo no amor da glória.&lt;br /&gt;Já o escritor &lt;a href="pt.wikipedia.org/wiki/Urbano_Tavares_Rodrigues"&gt;Urbano Tavares Rodrigues&lt;/a&gt;, que por motivos de saúde não pôde estar presente, aflorou na sua comunicação lida por Albano Martins o remorso como sub- tema na sua poesia. Demonstrou que desde o primeiro volume de poesia, intitulado «&lt;a href="www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page?pageid=402&amp;tpcontent=FA&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=1717523&amp;idobra=&amp;amp;format=NP40"&gt;Secreta Viagem&lt;/a&gt;» (1950), o remorso sempre o acompanhou, estando a mais forte imagem de remorso contida no livro «&lt;a href="www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page?pageid=402&amp;tpcontent=FA&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=1717523&amp;idobra=&amp;amp;format=NP40"&gt;Tempestade de Verão&lt;/a&gt;» (1954), no poema «Porta do Inferno». Por sua vez, António Fournier, da Universidade de Turim, abordou a relação de Mourão-Ferreira com a poesia italiana, ao passo que José Manuel Mendes, da Universidade do Minho, trouxe à discussão o espírito de ouvidor do homenageado que não comunicava apenas com os outros através do que dizia, mas também pelo que ouvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher e filho&lt;br /&gt;Para esta jornada inteiramente dedicada a um dos marcos incontornáveis da literatura portuguesa do século XX cujo cachimbo será sempre indissociável da sua imagem, a universidade convidou Maria do Pilar, viúva do poeta, e David Ferreira, o filho que, em declarações ao «das Artes das Letras», se mostrou bastante satisfeito com tudo o que foi dito sobre seu pai. “Reconheci muitas vezes o meu pai nas diferentes comunicações que ouvi. Intervenções muito interessantes, que se complementam e o mais gratificante que se pode fazer a um artista de qualquer género é um elogio acéfalo, porque os elogios pouco inteligentes em vez de enaltecerem a sua obra podem comprometê-la”. Do pai, revelou, “guardo memórias boas e muito divertidas e, até mesmo no período da doença, houve momentos agradáveis, porque ele foi muito valente”, sustenta David Ferreira, acrescentando que, por vezes, “a evocação dos artistas segue vagas e talvez se tenha falado mais do meu pai neste último ano do que em anos anteriores. Contudo, em muitos casos a memória que importa é aquela que vem ao de cima e nós vivos, às vezes, não estamos à altura dos mortos que continuam vivos”.&lt;br /&gt;Já Maria do Pilar recebe sempre com “alegria e júbilo” todas as iniciativas que “tenham a ver com o David, que o difundam, que o levem até aos mais novos, que o façam ser lembrado junto daqueles que o têm mais esquecido ou até mesmo dos que menos o conhecem”. Sobre as comunicações, sublinhou que “foram de uma qualidade excelente e invulgar para uma jornada que começou de manhã”, salientando que este tipo de iniciativas deveriam “acontecer mais vezes e não apenas porque passaram dez anos sobre a sua morte ou porque em 2007, se fosse vivo, comemoraria 80 anos”.&lt;br /&gt;Para a viúva de Mourão-Ferreira “qualquer poeta e escritor, seja em Portugal ou no estrangeiro, quando morre passa por aquilo a que o meu marido chamava de purgatório e os mais afortunados são os que conseguem ao fim de longos anos sair de lá”. E questionada sobre se o seu marido ainda continua nesse estado intermédio entre o Céu e o Inferno, Maria do Pilar divide a questão: “Em termos literários, acho que ainda é cedo para ele sair do purgatório, embora aconteça uma coisa que considero bastante misteriosa. Sendo o David um autor a quem o seu editor nada tem feito para o publicitar, a verdade é que os seus livros continuam a esgotar e a serem reeditados e, por isso, costumo dizer o que seria do David se ele fosse mais falado. Por outro lado, no que diz respeito às letras que ele escreveu para a Amália e que depois considerou poemas, o David nunca esteve no purgatório, porque vão sendo tocadas na rádio e na televisão e, por essa razão, lembradas”, explica. E para quem teve o privilégio de partilhar a vida com o poeta, o que fica é “uma saudade enorme que não está minimamente curada”, confessou Maria do Pilar. Acrescentando que “hoje em dia vivo de acordo com um verso da poetiza brasileira, Cecília Meireles, que diz: «Tenho fases como a lua, fases de andar escondida, fases de vir para a rua». É assim que vou vivendo, com muitos amigos que me ajudam, mas que não conseguem curar esta saudade. Do David lembro o que de melhor havia nele, pois já esqueci o menos bom. Nele havia generosidade, amizade, ternura difícil de igualar e, portanto, é muito difícil esquecer um homem como o David”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Satisfação final&lt;br /&gt;No final do colóquio, Albano Martins era um organizador satisfeito. Segundo o professor e escritor, “as opiniões foram unânimes e todos consideraram este encontro excelente”, salientando que todas as comunicações trazidas pelos intervenientes “deram a conhecer novos aspectos da obra de Mourão-Ferreira. Os objectivos deste colóquio foram totalmente alcançados e não há dúvidas que temos muitas razões para nos sentirmos satisfeitos”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116575617745941162?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116575617745941162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116575617745941162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/homenagem-david-mouro-ferreira.html' title='Homenagem  a David Mourão-Ferreira'/><author><name>Patrícia Rosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10157965702997221379</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116579063590048333</id><published>2006-12-08T22:39:00.000Z</published><updated>2007-01-02T12:03:10.363Z</updated><title type='text'>1º trabalho de comentário crítico</title><content type='html'>Deverá ser comentado um dos seguintes textos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://daliteratura.blogspot.com/2006/12/prmios.html"&gt;http://daliteratura.blogspot.com/2006/12/prmios.html&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://daliteratura.blogspot.com/2006/12/al-berto.html"&gt;http://daliteratura.blogspot.com/2006/12/al-berto.html&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;a href="http://textosorigemdasespecies.blogspot.com/2006/06/prmio-de-romance-e-novela-associao.html"&gt;http://textosorigemdasespecies.blogspot.com/2006/06/prmio-de-romance-e-novela-associao.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;A bibliografia de referência é constituída por:&lt;br /&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;AGUIAR E SILVA, Vítor  Manuel. "A Comunicação literária". &lt;i&gt;In Teoria e Metodologia Literárias&lt;/i&gt;.        Lisboa: Universidade Aberta: 1990: pp. 79-97&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;CALVINO, Italo, "Porquê ler os clássicos", &lt;span style="font-style: italic;"&gt;In Porquê ler os clássicos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;COELHO, Jacinto do Prado, "Limiar", &lt;span style="font-style: italic;"&gt;In Ao Contrário de Penélope&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116579063590048333?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116579063590048333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116579063590048333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/1-trabalho-de-comentrio-crtico.html' title='1º trabalho de comentário crítico'/><author><name>MSP</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://www.eseb.ipbeja.pt/sameiro/sameiro2005.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116559586204413154</id><published>2006-12-08T16:37:00.000Z</published><updated>2006-12-12T12:01:38.110Z</updated><title type='text'>Ministério da Cultura francês condecora Mário Cláudio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4780/4037/1600/917659/rev9p.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4780/4037/320/929877/rev9p.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cito a notícia do &lt;a href="http://www.diariodigital.pt/"&gt;Diário Digital &lt;/a&gt;/ Lusa do dia 5 de Dezembro de 2006 :&lt;br /&gt;"O &lt;a href="http://www.culture.gouv.fr/"&gt;Ministério da Cultura francês&lt;/a&gt; agraciou o escritor português &lt;a href="http://www.campo-letras.pt/autores/mario_claudio.html"&gt;Mário Cláudio&lt;/a&gt; com a comenda de «Cavaleiro das Artes e Letras», anunciou esta terça-feira o &lt;a href="http://www.ambafrance-pt.org/"&gt;Consulado de França no Porto&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;«Com esta condecoração, recompensa-se um dos grandes mestres da literatura portuguesa, um escritor prolixo - romancista, dramaturgo, poeta, ensaísta, autor de uma obra rica e densa que transcende a portugalidade que tão bem revela para ganhar a arte da universalidade», refere o consulado, em comunicado.&lt;br /&gt;Mário Cláudio tem quatro obras publicadas em França, «&lt;a href="http://www.livrarialeitura.pt/home.ud121?oid=211928&amp;from_zone=Listagem+Cat%E1logo+Por+Pesquisa"&gt;Guilhermina&lt;/a&gt;» e «&lt;a href="http://www.livrarialeitura.pt/home.ud121?oid=212443&amp;amp;from_zone=Listagem+Cat%E1logo+Por+Pesquisa"&gt;Amadeo&lt;/a&gt;», ambas em 1998 pelas Editions de la Différence, «A fuga para o Egipto» (2000, Editions Findalky) e «&lt;a href="http://www.livrarialeitura.pt/home.ud121?oid=203358&amp;amp;from_zone=Listagem+Cat%E1logo+Por+Pesquisa"&gt;Ursamaior&lt;/a&gt; (2006, Editions A.M. Metaillé).&lt;br /&gt;Contactado pela Lusa, Mário Cláudio afirmou que recebeu o anúncio do prémio com «alguma surpresa» e também com «regozijo pelo reconhecimento» da sua obra em França.&lt;br /&gt;«Tenho ido com muita frequência a França. Ainda recentemente estive lá no lançamento da tradução do meu livro Ursamaior», disse o escritor."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116559586204413154?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116559586204413154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116559586204413154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/ministrio-da-cultura-francs-condecora.html' title='Ministério da Cultura francês condecora Mário Cláudio'/><author><name>Octávio Remédios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05175341956621681433</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116532856136993306</id><published>2006-12-05T14:20:00.000Z</published><updated>2006-12-12T12:00:52.760Z</updated><title type='text'>Vitor Aguiar e Silva homenageado sábado em Penalva e Viseu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passo a citar a noticia do dia 10 de Novembro de 2006, do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Diário Digital&lt;/span&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2006/11/homenagem-victor-aguiar-e-_116343495639568444.html"&gt;Vítor Aguiar e Silva &lt;/a&gt;homenageado sábado em Penalva e Viseu&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O estudioso da &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_portuguesa"&gt;Literatura Portuguesa &lt;/a&gt;Vítor Aguiar e Silva é homenageado sábado em Penalva do Castelo, de onde é natural, e em Viseu, onde estudou.&lt;br /&gt;A iniciativa é promovida pelas duas autarquias e pelo Governo Civil de Viseu, sob o lema «celebrar o mérito, consagrar as grandes referências do saber, da &lt;a href="http://http://www.citi.pt/cultura/"&gt;cultura&lt;/a&gt;, da &lt;a href="http://http://www.educacao.te.pt/"&gt;educação&lt;/a&gt; e da cidadania».&lt;br /&gt;O objectivo é prestar homenagem pública a «um dos mais relevantes estudiosos da Literatura Portuguesa e ao maior especialista no domínio da Teoria da &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura"&gt;Literatura&lt;/a&gt;, com uma produção científica traduzida em diversas &lt;a href="http://http://www.cel.pt/cel/index.html"&gt;línguas&lt;/a&gt; e de reconhecido mérito internacional», refere uma nota da organização.&lt;br /&gt;Vítor Manuel Pires de Aguiar e Silva nasceu a 15 de Setembro de 1939, em Real, uma freguesia do concelho de Penalva do Castelo.&lt;br /&gt;Frequentou o então Liceu Nacional de Viseu, onde fez os seus estudos liceais e concluiu o curso complementar com a classificação final de 19 valores, tendo-lhe sido por isso atribuído o prémio nacional de melhor aluno do ano escolar de 1957.&lt;br /&gt;Mais tarde, licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, curso que também concluiu com 19 valores.&lt;br /&gt;Na mesma universidade, Vítor Aguiar e Silva doutorou-se em Literatura Portuguesa, tendo apresentado uma dissertação sobre &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Maneirismo"&gt;Maneirismo&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Barroco"&gt;Barroco&lt;/a&gt; na &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia"&gt;poesia&lt;/a&gt; lírica portuguesa, que obteve aprovação por unanimidade, com distinção e louvor.&lt;br /&gt;Em 1979, foi nomeado professor catedrático da Faculdade de &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Letras"&gt;Letras&lt;/a&gt; da Universidade de Coimbra e, dez anos depois, por transferência, professor catedrático da Universidade do Minho, onde ocupou o cargo de vice-reitor durante doze anos.&lt;br /&gt;«Leccionou, de forma invulgarmente brilhante e num incomparável registo de sedução estética e discursivo-comunicacional, as disciplinas de Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa III (Literatura Portuguesa Moderna e &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Contempor%C3%83%C2%A2nea"&gt;Contemporânea&lt;/a&gt;), tendo modelado, com o seu profundo, vasto e sempre fundamentado e actualizadíssimo &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Saber"&gt;saber&lt;/a&gt;, sucessivas gerações de estudantes», refere a organização.&lt;br /&gt;O seu vasto &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Curriculum"&gt;currículo&lt;/a&gt; inclui a supervisão científica do projecto didáctico «Sinfonia da Palavra» para o ensino secundário e a coordenação de várias comissões de estudo relacionadas com a reforma do &lt;a href="http://http://www.portugaljovem.net/mariolima/educacao/referencias/sist_edu.htm"&gt;sistema educativo&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://http://64.233.183.104/search?q=cache:iEFA89J24mYJ:www.dcc.ufam.edu.br/%7Edcc_cc/notasdeaula/arquivos/Problema%2520e%2520Problem%25E1tica.ppt+problem%C3%A1tica&amp;hl=pt-PT&amp;amp;amp;amp;amp;gl=pt&amp;ct=clnk&amp;amp;cd=2"&gt;problemática&lt;/a&gt; do ensino e a promoção da &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Lingua_Portuguesa"&gt;língua portuguesa &lt;/a&gt;e a avaliação das universidades.&lt;br /&gt;Vítor Aguiar e Silva também coordenou o grupo de trabalho que esteve na origem da criação do &lt;a href="http://http://www.instituto-camoes.pt/"&gt;Instituto Camões&lt;/a&gt; e a Comissão Nacional de Língua Portuguesa e foi membro do Conselho Nacional de Cultura.&lt;br /&gt;Em 1980, fundou o Centro de Estudos Portugueses, actual Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, e a revista «&lt;a href="http://http://www.diacritica.com/"&gt;Diacrítica&lt;/a&gt;», que dirigiu até à sua jubilação, em Julho de 2002.&lt;br /&gt;Por tudo isto, a organização não hesita em afirmar que «Vítor Aguiar e Silva é inquestionavelmente um dos mais brilhantes académicos da Universidade Portuguesa na área das Letras e das &lt;a href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Humanidades"&gt;Humanidades&lt;/a&gt;».&lt;br /&gt;A homenagem de sábado está dividida em dois momentos - de manhã em Penalva do Castelo e à tarde em Viseu - que contarão com a presença do estudioso." (as hiperligações foram acrescentadas)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116532856136993306?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116532856136993306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116532856136993306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/vitor-aguiar-e-silva-homenageado-sbado.html' title='Vitor Aguiar e Silva homenageado sábado em Penalva e Viseu'/><author><name>Ana Craveiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07777116471268202263</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116532281044198039</id><published>2006-12-05T12:22:00.000Z</published><updated>2006-12-12T11:59:57.110Z</updated><title type='text'>RTP vai Participar no Plano Nacional de Leitura</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passo a citar a noticia do dia 5 de Dezembro de 2006 do jornal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Público&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;a href="http://http://www.rtp.pt/"&gt;RTP&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;vai produzir conteúdos específicos para promover os hábitos de escrita e de leitura entre a população portuguesa, no âmbito de um acordo assinado hoje com o &lt;a href="http://http://www.min-edu.pt/"&gt;Ministério da Educação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A RTP, que hoje assumiu o estatuto de entidade parceira do &lt;a href="http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/"&gt;Plano Nacional de Leitura &lt;/a&gt;(PNL) — um programa coordenado pelo ministério tutelado por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Lurdes_Rodrigues"&gt;Maria de Lurdes Rodrigues &lt;/a&gt;— irá produzir, entre outros conteúdos, um Campeonato Nacional para a Leitura. O operador público de televisão vai ainda divulgar em antena regularmente as iniciativas do PNL, comprometendo-se a abordar os temas da escrita e da leitura em diversos espaços da sua programação.A intervenção da RTP no plano envolverá todos os seus canais em diferentes horários, designadamente a RTP1 e a 2, com maior relevância para os programas com audiências mais significativas, como os formatos "&lt;a href="http://www.rtp.pt/web/sites/palegria.htm"&gt;Praça da Alegria&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/portugal/"&gt;Portugal no Coração&lt;/a&gt;".O PNL é uma acção gerida pelo Ministério da Educação, em articulação com o Ministério da Cultura e o Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares, que tem o objectivo de combater os níveis de iliteracia e de promover os hábitos de escrita e de leitura, designadamente entre a população escolar.O plano, que terá uma duração de dez anos, é coordenado pela escritora Isabel Alçada e aposta também na utilização da rede de bibliotecas públicas e escolares.Para a fase de arranque o projecto tem um orçamento previsto de entre um e dois milhões de euros." (as hiperligações foram acrescentadas)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116532281044198039?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116532281044198039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116532281044198039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/rtp-vai-participar-no-plano-nacional.html' title='RTP vai Participar no Plano Nacional de Leitura'/><author><name>Patrícia Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18292771924077114770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116526296752839396</id><published>2006-12-04T19:53:00.000Z</published><updated>2006-12-06T06:55:50.930Z</updated><title type='text'>Urbano Tavares Rodrigues lança novo livro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3739/4211/1600/573232/urbano.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3739/4211/320/473278/urbano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Cito a notícia do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.diariodigital.pt/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Diário Digital &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;/ Lusa do dia 30 de Novembro de 2006:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;"&lt;a href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page?pageid=402&amp;tpcontent=FA&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=1424970&amp;tipo=&amp;amp;format=NP405"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Urbano Tavares Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; lança novo livro dia 5 em Lisboa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ao Contrário das Ondas&lt;/span&gt;, o novo romance de Urbano Tavares Rodrigues, com apresentação agendada para dia 05 de Dezembro na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fnac.pt/pt/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;FNAC&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; Colombo, em Lisboa, é considerado pelo autor um livro «ousado», que questiona «o futuro das sociedades actuais». Apresentando o novo trabalho como um romance «intimista» e que «procura descer ao fundo da condição humana», o autor referiu à &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lusa.pt/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Lusa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; que, além de abordar o amor, o tempo e a liberdade, alguns dos seus temas de insistência, a obra procura suscitar a reflexão sobre «o capitalismo neoliberal», que fomenta cada vez mais a lógica «do rendimento e do êxito». «Nunca fiz um romance que fosse propriamente político no sentido em que este é», afirmou o escritor, adiantando que, ao incluir no livro a hipótese de«uma privatização parcial do sistema judicial», pretende «levar o leitor a reflectir sobre o futuro da sociedade». Segundo Urbano Tavares Rodrigues, «as privatizações contrariam o sistema socialista e a Democracia», cabendo aos cidadãos «fazer frente ao que parece inexorável, mesmo que para isso tenham de sofrer duras consequências», como sucede com algumas personagens do livro. «A globalização capitalista parece hoje ser o único caminho, apesar de conduzir à desigualdade e à injustiça, mas é possível fazer-lhe frente e o sentido do título é precisamente esse: ir contra as ondas», sublinhou ainda o autor, acrescentando que o livro foi escrito «ao longo de dois anos, durante um governo de direita em Portugal». Neste cenário de convulsões políticas, o autor inscreveu as vivências das personagens que, num momento actual, «olham para o passado», observando à distância «as máscaras usadas ao longo do tempo» e o conflito que continua a instalar-se «entre as suas ambições e os seus ideais». «Ao Contrário das Ondas», com chancela da editora &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dquixote.pt/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Dom Quixote&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, vai reunir-se na obra de Urbano Tavares Rodrigues aos mais de 50 livros já publicados pelo autor e que percorrem quase todos os géneros literários, da poesia ao romance, passando pelo conto. Urbano Tavares Rodrigues nasceu em Lisboa em 1923, licenciou- se em Filologia Românica, doutorando-se em 1984 com uma tese sobre &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=2_416"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Teixeira Gomes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, e exerceu até 2005 como professor universitário. Leitor de Português na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.univ-montp1.fr/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Universidade de Montpellier&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, foi assistente nas universidades de Aix-la-Provence e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paris4.sorbonne.fr/fr/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Paris-Sorbonne&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, na França, e regente da cadeira de Literatura Francesa na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fl.ul.pt/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Faculdade de Letras de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;. Enquanto jornalista, trabalhou no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Diário de Notícias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fmsoares.pt/arquivo_biblioteca/Diario_de_lisboa/Diario_apresenta.asp"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Diário de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; e O Século, entre outros títulos, e enquanto escritor assina uma obra em que quase sempre expressou preocupações sociais e políticas. Já foi distinguido com os galardões literários Ricardo Malheiros, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.instituto-camoes.pt/CVC/literatura/aquilino.htm"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Aquilino Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/namora.htm"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Fernando Namora&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, com o Grande Prémio de Conto &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.instituto-camoes.pt/CVC/literatura/camilo.htm"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Camilo Castelo Branco&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários, o Prémio da Imprensa Cultural e o Prémio Vida Literária, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores. A sua obra está traduzida na Alemanha, Bulgária, Egipto, Espanha, França,Grécia, Polónia, República Checa, Roménia, Suécia e Ucrânia."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116526296752839396?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116526296752839396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116526296752839396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/urbano-tavares-rodrigues-lana-novo.html' title='Urbano Tavares Rodrigues lança novo livro'/><author><name>António</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08695038487823548391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116518862693020911</id><published>2006-12-03T22:41:00.001Z</published><updated>2006-12-14T00:24:52.040Z</updated><title type='text'>"Eduarda Chiote vence prémio literário Teixeira de Pascoaes"</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1326/4197/1600/5961/capa_livro.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1326/4197/320/881465/capa_livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Cito a notícia do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Diário Digital&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; / &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lusa.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Lusa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; do dia 30-11-2006 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"A escritora &lt;a href="http://www.quasi.com.pt/ficha-autor.php?id=4478"&gt;Eduarda Chiote&lt;/a&gt; venceu com a recolha poética &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rascunho.net/artigo.asp?id=934"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;«O meu lugar à mesa»&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; a edição 2006 do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cmamarante.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=815541&amp;id=768"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, atribuído pela &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cm-amarante.pt"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;câmara municipal de Amarante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, anunciou hoje a autarquia.&lt;br /&gt;Eduarda Chiote receberá o prémio no dia 16 de Dezembro na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amarante.pt/biblioteca/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;biblioteca de Amarante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;. «O meu lugar à mesa» é uma edição da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.quasi.com.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Quasi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;À edição de 2006 do Prémio concorreram 170 obras de 160 autores, analisadas por um júri composto por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.triplov.com/poesia/antonio_candido_franco/index.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;António Cândido Franco&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2006/03/difcil-medicina.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Carlos Poças Falcão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Helga_Moreira.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Helga Moreira&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://poesiaseprosas.no.sapo.pt/luis_adriano_carlos/poetas_luisacarlos01.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Luís Adriano Carlos &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/ramiro.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Ramiro Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;Este prémio de poesia, bienal, no valor de cinco mil euros, foi criado pela autarquia de Amarante em 1997 por ocasião do 120/o aniversário do nascimento de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.instituto-camoes.pt/CVC/filosofia/1910a.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Teixeira de Pascoaes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.danielfaria.org/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Daniel Faria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/amadeu.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Amadeu Baptista &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;(2004) e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/echevar.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Fernando Echevarria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; (2002) são três dos poetas já galardoados.&lt;br /&gt;Eduarda Chiote tem publicadas obras como &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-STYLE: italic" href="http://www.asa.pt/produtos/produto.php?id_produto=832265&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;origem=autor&amp;amp;id_autor=1271"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A celebração do pó&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Não me morras&lt;/span&gt;, &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Branca morte&lt;/span&gt; e &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;A preços de ocasião&lt;/span&gt;." As hiperligações foram acrescentadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116518862693020911?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116518862693020911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116518862693020911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/12/eduarda-chiote-vence-prmio-literrio_03.html' title='&quot;Eduarda Chiote vence prémio literário Teixeira de Pascoaes&quot;'/><author><name>Alda Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17723364649743085376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116538864682222472</id><published>2006-11-29T07:01:00.000Z</published><updated>2006-12-06T07:05:53.413Z</updated><title type='text'>Novo livro de José Luís Peixoto "Cemitério de Pianos" apresentado hoje no teatro São Luiz, em Lisboa</title><content type='html'>&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="Photo_PresentationModeControlsContainer_PresentationImage" spid="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;" wrapcoords="-97 0 -97 21465 21600 21465 21600 0 -97 0"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\User\DEFINI~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://sic.sapo.pt/NR/rdonlyres/33D018EC-9A2E-47CB-8C5E-AC0F2DB6FC98/156326/8062a7562ca043b0ac825ca718c6a4a0.jpg"&gt;  &lt;w:wrap type="tight"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Cito o cartaz &lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/homepage"&gt;SIC on-line&lt;/a&gt; onde nos fala do mais recente romance do escritor &lt;span style="color:black;"&gt;&lt;a href="http://www.joseluispeixoto.net/"&gt;José Luís Peixoto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;“O&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; romance "&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/20061127_cemiteriodepianos.htm"&gt;Cemitério de Pianos&lt;/a&gt;", que o escritor lança, hoje, no &lt;a href="http://teatrosaoluiz.egeac.pt/desktopdefault."&gt;Teatro São Luiz&lt;/a&gt;, em &lt;a href="http://www.cm-lisboa.pt/"&gt;Lisboa&lt;/a&gt;, é um livro sobre a&lt;/span&gt; renovação&lt;span style="color:black;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Verdana;color:black;"  &gt;"Neste romance, o tema central é a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Verdana;" &gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcend%C3%AAncia"&gt;&lt;span style=""&gt;transcendência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,&lt;span style="color:black;"&gt; na medida em que &lt;/span&gt;a &lt;a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/Morte"&gt;&lt;span style=""&gt;morte&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; não surge aqui como fim absoluto, mas para mostrar que - apesar dela - as pessoas continuam a existir naquilo que deixaram de si"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, explicou o autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;Para &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;José Luís Peixoto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:black;"&gt;, o cemitério de pianos, que designa &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Verdana;" &gt;"a zona de uma oficina onde se acumulam pianos velhos e sem conserto"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, é também uma representação dessa continuidade, pois são &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;os &lt;a href="http://www.attambur.com/Instrumentos/Portugueses/instrumentos.htm"&gt;instrumentos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:fuchsia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mortos que &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Verdana;" &gt;"cedem as peças que permitem manter vivos outros pianos"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color:black;"&gt; Os narradores do livro são um pai e um filho que, em tempos diferentes mas por vezes sobrepostos, vão desvendando a história da família &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Verdana;" &gt;"numa linguagem intercalada &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Verdana;" &gt;de sombras e luz&lt;span style="color:black;"&gt;, de silêncio e riso, de medo e esperança, de culpa e perdão"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, lê-se no site do autor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color:black;"&gt; O livro "Cemitério de Pianos", editado pela &lt;a href="http://www.bertrand.pt/%29"&gt;Bertrand&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span style="color:black;"&gt;será apresentado no Teatro S. Luiz pelo jornalista &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_Guedes_de_Carvalho"&gt;Rodrigo Guedes de Carvalho&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color:black;"&gt; O romance será ainda lançado, amanhã, no &lt;a href="http://www.cm-porto.pt:8081/fcd/tca_home.php"&gt;Teatro Campo Alegre&lt;/a&gt;, no &lt;/span&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;a href="http://www.cm-porto.pt/"&gt;Porto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;, estando a apresentação da obra a cargo de &lt;a href="http://www.valterhugomae.com/%29,"&gt;Valter Hugo Mãe&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;,&lt;span style="color:black;"&gt; numa sessão acompanhada ao piano por &lt;/span&gt;&lt;span style="color:fuchsia;"&gt;&lt;a href="http://www.ff.ul.pt/paginas/atlopes/BW/Home.htm"&gt;Álvaro Teixeira Lopes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;.” Post de Nadine Pinto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116538864682222472?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116538864682222472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116538864682222472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/novo-livro-de-jos-lus-peixoto-cemitrio.html' title='Novo livro de José Luís Peixoto &quot;Cemitério de Pianos&quot; apresentado hoje no teatro São Luiz, em Lisboa'/><author><name>MSP</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://www.eseb.ipbeja.pt/sameiro/sameiro2005.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116475743808711936</id><published>2006-11-28T23:33:00.000Z</published><updated>2006-12-06T06:53:01.926Z</updated><title type='text'>A Vida Aventurosa duma Pirata das Caraíbas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3254/4003/1600/a_pirata.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3254/4003/320/a_pirata.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;“Graham Greene dividia a sua ficção em ‘romances’ e ‘entretenimentos’. &lt;em&gt;A Pirata&lt;/em&gt;, de Luísa Costa Gomes, é ‘entretenimento’.”.&lt;br /&gt;Cito &lt;a href="http://estadocivil.blogspot.com/"&gt;Pedro Mexia&lt;/a&gt; no suplemento &lt;a href="http://fotos-e-imagens.blogspot.com/2006/11/suplemento-6.html"&gt;6ª&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://dn.sapo.pt/"&gt;Diário de Notícias &lt;/a&gt;de 20 de Outubro 2006) a propósito do lançamento da última obra da escritora, cronista e tradutora &lt;a href="http://www.luisacostagomes.com/"&gt;Luísa Costa Gomes&lt;/a&gt; (e &lt;a href="http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Luisa_Costa_Gomes.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;), &lt;em&gt;A Pirata&lt;/em&gt;, edição da &lt;a href="http://www.dquixote.pt/"&gt;Dom Quixote&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;É uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Read"&gt;biografia&lt;/a&gt; romanceada que relata a história real de Mary Read, uma rapariga criada como rapaz (Mark) que embarca na vida terrífica dos piratas e acaba na prisão. &lt;a href="http://www.eduardopitta.com/"&gt;Eduardo Pitta&lt;/a&gt; refere no &lt;a href="http://fotos-e-imagens.blogspot.com/2006/11/suplemento-mil-folhas.html"&gt;Mil Folhas &lt;/a&gt;(&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/"&gt;Público &lt;/a&gt;de 20 de Outubro de 2006), que “&lt;em&gt;A Pirata&lt;/em&gt; é uma história, não direi infantil, mas escrita a pensar em adolescentes. Muito bem escrita, por sinal. Outra coisa não seria de esperar da autora de “O Pequeno Mundo (1988)”.&lt;br /&gt;Luísa Costa Gomes, em entrevista ao &lt;a href="http://www.24horasnewspaper.com/"&gt;24 Horas&lt;/a&gt;, de 18 de Novembro (ver &lt;a href="http://fotos-e-imagens.blogspot.com/2006/11/artigo-24-horas.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) recorda o prazer que retirou da intensa pesquisa histórica a que se propôs:”Adorei estudar pirataria. É muito divertido. É um universo muito particular, sobretudo o dos piratas daquela altura, naqueles mares. Não era tão cruel e violento como, por exemplo, nos Mares da China, onde a pirataria ainda hoje é perfeitamente selvagem. Aquele universo das Caraíbas tinha comandantes que eram maioritariamente oficiais da marinha convertidos À pirataria, com muito cavalheirismo, uma grande galanteria entre eles, há regras, há panache. Operavam num sítio extremamente bonito, e esse ambiente circundante tinha que ter alguma influência sobre eles.”&lt;br /&gt;Com um rigor histórico invulgar neste género, a directora da revista &lt;a href="http://www.ficcoes.net/"&gt;Ficções&lt;/a&gt;, publicação dedicada ao conto, afirma que “há demasiada literatura para crianças que trata os miúdos como atrasados mentais”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A mãe da Mary Read tinha um problema, que era gostar imenso de rapazes.”&lt;/em&gt; &lt;a href="http://fotos-e-imagens.blogspot.com/2006/11/artigo-jornal-de-letras.html"&gt;Pré-publicação&lt;/a&gt; no &lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327166"&gt;Jornal de Letras&lt;/a&gt; (edição de 27 de Setembro 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(As hiperligações foram acrescentadas)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116475743808711936?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116475743808711936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116475743808711936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/vida-aventurosa-duma-pirata-das.html' title='A Vida Aventurosa duma Pirata das Caraíbas'/><author><name>Leonor Basílio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818021171412762407</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116459099407014192</id><published>2006-11-27T01:06:00.000Z</published><updated>2006-11-28T17:51:04.573Z</updated><title type='text'>"Homenagens a Mário Cesariny"</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4183/4037/1600/cesariny.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4183/4037/320/cesariny.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cito a notícia da &lt;a href="www.rtp.pt/index.php?article=261254&amp;visual=16"&gt;RTP Informação &lt;/a&gt;do dia 26 de Novembro de 2006:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Várias figuras do Estado português e da cultura consideraram &lt;a href="www.astormentas.com/cesariny.htm"&gt;Mário Cesariny de Vasconcelos &lt;/a&gt;como um dos grandes poetas portugueses do século XX, lamentando a sua morte, domingo, aos 83 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O &lt;a href="www.presidencia.pt/"&gt;Presidente da República&lt;/a&gt;, Cavaco Silva, apontou Mário Cesariny como "um dos nomes cimeiros da cultura portuguesa no século XX" numa mensagem de condolências enviada à família de Cesariny, que o chefe de Estado homenageou como um poeta e pintor "extraordinário".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A &lt;a href="www.min-cultura.pt/"&gt;ministra da Cultura&lt;/a&gt;, Isabel Pires de Lira, considerou-o "um artista marcante" e uma das grandes figuras da arte e da literatura portuguesas do século XX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O poeta e deputado socialista &lt;a href="pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Alegre"&gt;Manuel Alegre &lt;/a&gt;qualificou Mário Cesariny " um homem livre", "um dos maiores portugueses de sempre" e "uma voz única que ficará para sempre na História".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O editor de Cesariny, Manuel Rosa, realçou que o poeta "ocupa um lugar central na poesia portuguesa do século XX", destacando ainda o seu papel como "maior representante do &lt;a href="www.citi.pt/cultura/temas/surrealismo.html"&gt;Surrealismo em Portugal&lt;/a&gt;" e nas artes plásticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"O último representante da plêiade de grande poetas portugueses que marcaram o século XX", juntamente com Herberto Hélder, foi como o descreveu o escritor e professor de Literatura Fernando Cabral Martins.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O poeta, professor e crítico de arte portuense Bernardo Pinto de Almeida referiu-se a Mário Cesariny como "um príncipe" e lamentou que a sua "absoluta nobreza de carácter" nem sempre tenha sido compreendida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Com dificuldade em separar a obra e a vida de Cesariny, o poeta e cronista Manuel António Pina afirmou que viveu "como quem aproveita uma oportunidade única", fazendo-o "ao mesmo tempo com riso e desdém".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O escritor e jornalista Baptista Bastos considerou Mário Cesariny de Vasconcelos "um dos maiores poetas portugueses de sempre" e "um homem de língua afiada e uma cultura que raiava a erudição".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Arnaldo Saraiva, professor de literatura, lembrou Cesariny como "um homem que não receava enfrentar os códigos" e "um espírito livre, que sofreu da mesquinhez que abunda na sociedade portuguesa, com a intolerância política e a rigidez moral".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O ensaísta Eduardo Prado Coelho considerou que Mário Cesariny "foi um grande nome da literatura portuguesa", embora "já há muito tempo tivesse deixado de escrever", afirmando que a sua morte foi uma perda para a literatura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mário Cesariny de Vasconcelos morreu hoje de madrugada em sua casa, em Lisboa, aos 83 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O corpo de Cesariny estará em câmara ardente a partir das 18:00 de hoje no Palácio Galveias, em Lisboa, de onde partirá, às 14:00 de segunda-feira, para o cemitério dos Prazeres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mário Cesariny de Vasconcelos encontrava-se doente há vários anos, com uma doença do foro oncológico, mas o seu estado de saúde "piorou drasticamente n os últimos três dias", disse à Lusa o editor Manuel Rosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Além de poeta, romancista e ensaísta, Mário Cesariny dedicou-se também às artes plásticas, sobretudo à pintura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da sua extensa obra literária destaca-se o trabalho de antologista, compilador e historiador (polémico) das actividades surrealistas em Portugal, sendo também a sua obra poética considerada um dos mais ricos e complexos contributos para a história da poesia portuguesa contemporânea.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Da sua obra fazem parte títulos como "Corpo Visível" (1950), "Manual de Prestidigitação" (1956), "Pena Capital", "Nobilíssima Visão" (1959), "Antologia Surrealista do Cadáver Esquisito" (1961), "A Cidade Queimada" (com arranjo gráfico e ilustrações de Cruzeiro Seixas, 1965), "Burlescas, Teóricas e Sentimentais " (1972), "Primavera Autónoma das Estradas" (1980), "O Virgem Negra. Fernando Pessoa Explicado às Criancinhas Nacionais &amp;amp; Estrangeiras por M.C.V." (1989) e "Titânia" (1994).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 2005 Cesariny recebeu as duas únicas distinções da sua carreira: o Grande Prémio Vida Literária APE/CGD, pelo conjunto da sua obra, e a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, que lhe foi entregue pelo então Presidente da República Jorge Sampaio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nos últimos anos de vida, desenvolveu uma frenética actividade de transformação e reabilitação ou "redenção" do real quotidiano, da qual nasceram muitas colagens com pinturas, objectos, instalações e outras fantasias materiais.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(As hiperligações foram acrescentadas.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116459099407014192?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116459099407014192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116459099407014192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/homenagens-mrio-cesariny.html' title='&quot;Homenagens a Mário Cesariny&quot;'/><author><name>Inês Patrício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01377805627735907076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116411578706891721</id><published>2006-11-21T13:25:00.000Z</published><updated>2006-11-29T20:31:00.000Z</updated><title type='text'>"As memórias do menino José"</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.uc.pt/Bibzoo/Saramago.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px;" alt="" src="http://www.uc.pt/Bibzoo/Saramago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cito a notícia da &lt;a href="http://www.investnews.com.br/integraNoticia.aspx?Param=2%2C0%2C1%2C305386%2CUIOU"&gt;Gazeta Mercantil &lt;/a&gt;do dia 17 de Novembro de 2006:&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;a href="http://www.cm-montemornovo.pt/levantadodochao/biografia.htm"&gt;As memórias do menino José &lt;/a&gt;Rio, 17 de Novembro de 2006 - O assunto juventude salazarista eriça José Saramago como pêlo de gato. É uma lembrança incômoda, mas que insiste em retornar, capturada agora num relance de seu mais recente livro, "As Pequenas Memórias". Pequenas, como explica o autor na própria obra, por serem memórias de quando ele era pequeno, simplesmente isso."&lt;br /&gt;O salazarismo surgiu na &lt;a href="http://www.caleida.pt/saramago/"&gt;vida de Saramago &lt;/a&gt;da mesma forma como ocorreu com milhares, senão milhões, de crianças e jovens desde 1936 até o fim da ditadura em Portugal. Os jovens eram, então, automaticamente inscritos como membros da denominada &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG75730-5856,00.html"&gt;Mocidade Portuguesa&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;"A inscrição era obrigatória. Eu tinha apenas 13 anos" afirmou, em entrevista o escritor, por e-mail. Disse ainda que seu caso jamais pode ser comparado ao de outro Nobel, o alemão Günter Grass, que confessou ter pertencido à juventude hitlerista na sua autobiografia. As histórias são obviamente muito diferentes. "Comparar o meu caso com o de Günter Grass é o mesmo que confundir um ovo com um espeto", acrescentou o autor.&lt;br /&gt;O tema delicado, porém oportuno, surge nas lembranças do menino José, que, ardiloso, conseguiu arranjar uma maneira de nunca sair do fim da fila para o recebimento das fardas. Foi sua primeira revolução contra o fascismo.&lt;br /&gt;Escreve o autor em "&lt;a href="http://www.mafraregional.pt/?lop=conteudo&amp;op=8e296a067a37563370ded05f5a3bf3ec&amp;amp;id=426f990b332ef8193a61cc90516c1245"&gt;As Pequenas Memórias&lt;/a&gt;": "Houve nas semanas seguintes mais umas quantas distribuições de barretes, camisas e calções, mas eu, com alguns outros, sempre fui de civil às formaturas, contrariadíssimo nas marchas, inabilíssimo no manejo de arma, perigosíssimo no tiro ao alvo. O meu destino não era aquele", conta.&lt;br /&gt;As memórias relatadas neste pequeno livro montam uma obra que fica a léguas de distância de outras do quilate de "&lt;a href="http://citador.weblog.com.pt/arquivo/091861.html"&gt;Ensaio Sobre a Cegueira&lt;/a&gt;", "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%83%C2%83%C3%82%C2%B3ria_do_Cerco_de_Lisboa"&gt;História do Cerco de Lisboa&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://www.sitedeliteratura.com/Litestrang/evangelho.htm"&gt;Evangelho Segundo Jesus Cristo&lt;/a&gt;", por exemplo. Mas aqui, claro está, a memória pesa mais do que a literatura.&lt;br /&gt;A estréia de José Saramago como romancista aconteceu em 1947 com "&lt;a href="http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/saramago/ter_t1.html"&gt;Terra do Pecado&lt;/a&gt;", mas o autor abandonou o gênero por 30 anos. Neste meio tempo, escreveu obras tão diversas no tema e na forma quanto "&lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/letras/recen072.htm"&gt;Objecto Quase&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://diferencial.ist.utl.pt/edicao/28/livros.htm"&gt;O Homem Duplicado&lt;/a&gt;"; "&lt;a href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page?pageid=402&amp;tpcontent=FT&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=1696170&amp;idobra=&amp;amp;format=NP405&amp;lang=PT"&gt;A Bagagem do Viajante&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://html.editorial-caminho.pt/show_produto__q1area_--_3Dcatalogo__--_3D_obj_--_3D62423__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;As Intermitências da Morte&lt;/a&gt;". Seria o ensaio o gênero mais caro ao autor?&lt;br /&gt;" Tenho dito que, levando em conta as conotações ensaísticas que se encontram nos meus romances, talvez, no fundo, eu seja um ensaísta que, por não ter aprendido a escrever ensaios, escreve romances", ironiza-se.&lt;br /&gt;Se o autor tivesse polvilhado o texto de suas memórias com um sabor mais ensaístico, talvez o tom, que às vezes soa excessivamente lírico ou aborrecido, incomodaria menos. Se nos romances, que sempre têm um forte sopro ensaístico, &lt;a href="http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/saramago/"&gt;Saramago é um Nobel&lt;/a&gt;, nos ensaios não fica nada atrás.&lt;br /&gt;Em "&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/08/21/artes/saramago_evoca_a_infancia_novo_livro.html"&gt;As Pequenas Memórias&lt;/a&gt;", porém, saltados alguns momentos de surpresa e encanto, tem-se passagens que interessam pouco; detalhes da vida em família que fazem do livro uma obra pouco universal. Ainda que sejam as memórias de um Saramago.&lt;br /&gt;Mas, é claro, há trechos que são pequenos encantos, nos quais o toque de humor é recorrente. O autor fala de suas primeiras aventuras sexuais, de como se tornou Saramago, (que não é nome de família, mas um acréscimo doado por um funcionário bêbado ao ser registrado, não fosse isso seria apenas um "lacônico José de Sousa"), dos pais, avós, tios, amigos; das pescarias, as mortes, os liceus. Enfim, da rotina de uma criança pobre, que nasceu na paisagem rural da &lt;a href="http://diversao.uol.com.br/ultnot/lusa/2006/11/13/ult3680u256.jhtm"&gt;aldeia de Azinhaga&lt;/a&gt; e levava uma vida de nenhum luxo e muita dureza.&lt;br /&gt;Nestes pequenos lampejos biográficos, Saramago é, ao mesmo tempo, autor, narrador e protagonista. "Mais presente do que isto não creio que haja", disse o autor, com o jeito directo e lacônico de sempre.&lt;br /&gt;De uma trajetória literária tão rica e intensa, Saramago não consegue dizer quais de suas obras mais admira. "Não é fácil responder a esta pergunta se pensarmos na diversidade dos temas dos meus romances e contos. Neste momento (embora não seja só de agora) sinto um interesse particular pelo conto "&lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/letras/recen072.htm"&gt;Centauro" do livro "Objecto Quase&lt;/a&gt;". Amanhã posso pensar e sentir de maneira diferente", afirma.&lt;br /&gt;É com entusiasmo que o autor festeja o sucesso da literatura portuguesa contemporânea. "Já era tempo… Uma certa sementeira, chamemos-lhe assim, iniciada nos anos 80 manifesta-se em frutos plurais nestes dias. O tempo fará a sua escolha. Entretanto, desfrutemos", analisa sem, contudo, citar nomes.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.caleida.pt/saramago/obras_publicadas.html"&gt;As obras de Saramago&lt;/a&gt; são geralmente lançadas simultaneamente no Brasil e em Portugal. A recepção por aqui é tão grande - ou até maior - do que a de lá. "Não peço mais nem nunca esperei tanto. Os leitores brasileiros são aqueles de quem mais cartas recebo e, em número, devem vir imediatamente depois dos portugueses e dos espanhóis. A crítica tem-me tratado no geral bem e quando exprime alguma reserva é para dizer que tenho obrigação de fazer melhor…"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(&lt;a href="http://www.investnews.com.br/integraNoticia.aspx?Param=2%2C0%2C1%2C305386%2CUIOU"&gt;Gazeta Mercantil&lt;/a&gt;/Fim de Semana - Pág. 3)(Cláudia Nina)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(As hiperligações foram acrescentadas.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116411578706891721?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116411578706891721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116411578706891721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/as-memrias-do-menino-jos_21.html' title='&quot;As memórias do menino José&quot;'/><author><name>Natália Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03720723158827553356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116411139284771375</id><published>2006-11-21T11:45:00.000Z</published><updated>2006-11-28T18:35:34.670Z</updated><title type='text'>"Saramago lançou novo livro na sua terra natal"</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7957/4240/1600/546504/getimage.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7957/4240/320/384699/getimage.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O canal do &lt;a href="http://www.correiomanha.pt/"&gt;Correio da Manhã&lt;/a&gt;, deu destaque, no dia 17 de Novembro de 2006, a notícia da cerimónia de lançamento, do Livro &lt;em&gt;As pequenas Memorias&lt;/em&gt; de José Saramago, que foi no dia 16 de Novembro, na sua terra natal, passo a citar o texto:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;"Literatura - Saramago lançou novo livro na sua terra natal.&lt;br /&gt;Melhor só inventado."&lt;br /&gt;"Eram 17h35 quando &lt;a href="http://www.caleida.pt/saramago/"&gt;José Saramago &lt;/a&gt;chegou ontem à sua terra natal, &lt;a href="http://www.eps-golega.rcts.pt/historiaconcelho.htm"&gt;Azinhaga do Ribatejo&lt;/a&gt;, para o lançamento do seu novo livro, &lt;em&gt;As Pequenas Memórias&lt;/em&gt;. Com o som da fanfarra ao fundo, escutou-se um forte aplauso e o escritor retribuiu com um aceno emocionado.&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.rtp.pt/gdesport/?article=678&amp;visual=3&amp;amp;topic=1"&gt;Nobel da literatura&lt;/a&gt;, que ontem celebrou 84 anos, desceu do autocarro que o trouxe de Lisboa de mão dada com a companheira, Pilar del Rio, e foi saudado pela melhor amiga de infância, Otelinda Nunes. “Dei-lhe os parabéns, chorei e desejei-lhe felicidades”, contou a idosa.&lt;br /&gt;O regresso a casa não podia ser mais feliz, de acordo com &lt;a href="http://faroldasletras.no.sapo.pt/saramago.htm"&gt;Saramago&lt;/a&gt;. “Melhor do que isto só inventado. Não esperava tanta gente”, disse, cercado por meio milhar de pessoas.&lt;br /&gt;A amiga Otelinda Nunes recorda com saudade os tempos descritos em &lt;a style="FONT-STYLE: italic" href="http://html.editorial-caminho.pt/show_autor__q1area_--_3Dcatalogo__--_3D_obj_--"&gt;As Pequenas Memórias&lt;/a&gt;: “Passávamos o tempo na margem do Rio Almonda, que era muito bonito. Ele gostava de subir às oliveiras e espreitar os ninhos e fazíamos covinhas na areia para espreitar os peixinhos”, contou, lembrando que Saramago foi o primeiro rapaz da aldeia a ter uma bola de futebol em couro.&lt;br /&gt;Depois de ver dançar um rancho folclórico – no centro da roda – o escritor caminhou, acompanhado por admiradores e dezenas de jornalistas portugueses e estrangeiros, até ao local da cerimónia. Reviu caras amigas, colheu abraços e beijos e distribuiu autógrafos. José Saramago saiu da Azinhaga com dois anos, mas até ser adulto sempre ali passou as férias com os avós maternos. “Ele gostava da natureza e dos animais, para ele é uma alegria vir cá”, diz uma prima, Piedade Damião, que ainda se lembra da paixão de adolescente por uma pequena da terra.&lt;br /&gt;Na nova obra autobiográfica, entre os quatro e os 15 anos, José Saramago descreve a vida difícil no Ribatejo dos anos 20 e 30 do século XX. “Sem os anos que vivi aqui não seria a pessoa que sou”, reconheceu, após agradecer a recepção calorosa.&lt;br /&gt;Em dia de aniversário, Saramago &lt;a href="http://html.editorial-caminho.pt/default_main__q1area_--_3Dpag_inicial__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;recebeu da editora&lt;/a&gt; – que vendeu no local 350 exemplares do novo livro em meia hora – o primeiro livro que leu, &lt;em&gt;A Toutinegra do Moinho&lt;/em&gt;, de Émile Richenbourg, e um exemplar da tradução em espanhol, pela mulher, das &lt;em&gt;Pequenas Memórias&lt;/em&gt;. As crianças do ATL local ofereceram-lhe desenhos e a Junta de Freguesia um quadro com o retrato do autor e gravuras a carvão representando cenas tradicionais ribatejanas. Mas o presidente da Junta, Vítor Guia, quer criar uma prenda maior, a &lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=259855&amp;amp;visual=16"&gt;casa-museu&lt;/a&gt;: “Seria uma honra. É a justa homenagem ao filho mais ilustre da terra".&lt;br /&gt;by Cláudio Garcia, Leiria&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;(As hiperligações foram acrescentadas.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116411139284771375?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116411139284771375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116411139284771375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/saramago-lanou-novo-livro-na-sua-terra.html' title='&quot;Saramago lançou novo livro na sua terra natal&quot;'/><author><name>arminda_faustino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16538213165943748716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116406653793716634</id><published>2006-11-20T23:29:00.000Z</published><updated>2006-11-28T19:18:09.270Z</updated><title type='text'>"Literatura portuguesa debatida em França"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4235/4225/400/cae8e4c3eb23419aa11d97975395df76.0.jpg" border="0" /&gt; Cito o &lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/8499547.htm"&gt;Cartaz da Sic Online&lt;/a&gt;, "&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Fernando Pessoa, as novas vozes da literatura portuguesa e o futuro da edição em Portugal vão estar em debate nos Encontros Literários Portugueses, uma iniciativa que decorrerá a partir de sexta-feira em &lt;a href="http://www.apfi.org/pt/escolas/centrale/nantes/cidade.php.html"&gt;Nantes&lt;/a&gt;, sul de França&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O evento, organizado pela &lt;a href="http://morel.weblog.com.pt/"&gt;Associação Impressions d'Europe&lt;/a&gt;, propõe três dias de debates sobre a literatura portuguesa, com a presença de vários escritores e representantes de editoras lusas.&lt;br /&gt;Na sexta-feira, o dia é dedicado a &lt;a href="http://www.vidaslusofonas.pt/fernando_pessoa.htm"&gt;Fernando Pessoa&lt;/a&gt; e aos seus heterónimos, com a presença, no espaço &lt;a href="http://pt.photography-now.de/institutions/veran_I7230652.html?PHPSESSID=7af0430f5328cc222a4f26b1bad60412"&gt;Lieu Unique&lt;/a&gt;, do ensaísta Eduardo Lourenço e do escritor António Tabucchi, que traduziu Pessoa para italiano.&lt;br /&gt;O compositor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Antoine_Henri_de_Bourbon-CondÃÂ©"&gt;Antoine Bonnet&lt;/a&gt;, que prepara uma ópera a partir da obra de Pessoa, Patrick Quillier, tradutor de vários poetas portugueses, e a docente Maria Antónia Câmara Manuel são outras presenças confirmadas neste dia.&lt;br /&gt;No sábado, o debate centra-se na edição literária em Portugal, contando com as colaborações dos editores Maria do Rosário Pedreira , Carlos da Veiga Ferreira e Sandra Silva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os mais recentes nomes da &lt;a href="http://www.instituto-camoes.pt/cvc/literatura/"&gt;literatura portuguesa&lt;/a&gt;, assim como a &lt;a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061112144101AAGCg5H"&gt;poesia contemporânea&lt;/a&gt;, merecem também a atenção nesse dia com a participação de Pedro Rosa-Mendes, Filipa Melo, José Luís Peixoto e dos poetas Nuno Júdice, António Osório, Maria do Rosário Pedreira e José Mário Silva.&lt;br /&gt;"A invenção do mundo pelos navegadores portugueses" é a proposta de reflexão para domingo, por conta do ensaísta Eduardo Lourenço, Ilda Mendes dos Santos, especialista em literatura de viagem, e Michel Chandeigne, fundador da Livraria Portuguesa em Paris.&lt;br /&gt;Ao longo dos três dias haverá ainda leituras encenadas de autores portugueses, pelos comediantes Sophie Merceron e Hervé Guilloteau, exibição de filmes de Alain Tanner, degustação de vinhos portugueses e venda de livros de autores nacionais com a colaboração da livraria Vent dOuest.". As hiperligações foram acrescentadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116406653793716634?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116406653793716634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116406653793716634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/literatura-portuguesa-debatida-em.html' title='&quot;Literatura portuguesa debatida em França&quot;'/><author><name>Sofia Patola</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09575034555049193610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116405922239891138</id><published>2006-11-20T21:31:00.000Z</published><updated>2007-01-23T11:29:32.826Z</updated><title type='text'>"Apresentação da obra Portugal e os Judeus"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cito o &lt;a href="http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=8175"&gt;Azores Digital&lt;/a&gt;: “No próximo dia 16 de Novembro, pelas 18h00, no Anfiteatro B da &lt;a href="http://www.uac.pt/evento.php?id=1"&gt;Universidade dos Açores &lt;/a&gt;terá lugar a sessão de apresentação da obra Portugal e os Judeus, da autoria do Prof. Doutor Jorge Martins, que aproveitará a ocasião para proferir uma conferência sobre “&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago"&gt;Anti-Semitismo na Literatura Portuguesa &lt;/a&gt;(séculos XV a XX)”. Considerado um dos maiores especialistas portugueses em estudos judaicos, o Prof. Jorge Martins nasceu em Lisboa em 1953. É licenciado em História (1979) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), mestre (1995) e Doutor (2004) em História Contemporânea, igualmente pela FLUL. É professor de História dos ensinos básico e secundário desde 1978, pertencendo actualmente ao quadro da Escola Secundária Braamcamp Freire – Pontinha. É igualmente professor adjunto do Instituto Superior de Ciências Educativas – Odivelas desde 1995. Tem exercido actividade de formador em centros de formação de professores e é autor de manuais escolares, obras de ficção e ensaio, designadamente, sobre história local e estudos judaicos."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116405922239891138?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116405922239891138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116405922239891138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/apresentao-da-obra-portugal-e-os.html' title='&quot;Apresentação da obra Portugal e os Judeus&quot;'/><author><name>Sara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574215391427740430</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116395543807077854</id><published>2006-11-19T15:10:00.000Z</published><updated>2006-11-24T15:54:16.573Z</updated><title type='text'>"O meu primeiro Fernado Pessoa"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.geocities.com/imogenation/other/pessoa/fernando.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 137px; height: 204px;" src="http://www.geocities.com/imogenation/other/pessoa/fernando.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O diário online, &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.regiao-sul.pt/"&gt;Região Sul&lt;/a&gt;,  no dia 17 de Novembro de 2006,  &lt;a href="http://www.regiao-sul.pt/noticias/noticia.php?id=67806"&gt;noticía&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A obra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Meu Primeiro &lt;a href="http://www.vidaslusofonas.pt/fernando_pessoa.htm"&gt;Fernando Pessoa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; de &lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=259040&amp;visual=16"&gt;Manuela Judíce&lt;/a&gt; vai ser apresentada no próximo dia 24 de Novembro, pelas 18:00 horas, no auditório da Biblioteca Municipal &lt;a href="http://nescritas.nletras.com/fpessoa/acamposbiografia.htm"&gt;Álvaro de Campos&lt;/a&gt;, em &lt;a href="http://www.cm-tavira.pt/cmt/index.php"&gt;Tavira&lt;/a&gt;, com a presença da autora e apresentação de Isabel Cruz e Olga Fonseca.&lt;br /&gt; O livro inclui um conjunto de textos simples e poemas ilustrados acerca dos principais momentos da vida de um dos maiores poetas da literatura portuguesa. A ilustração é da responsabilidade de &lt;a href="http://www.portal-earte.com/DesktopDefault.aspx?tabindex=0&amp;amp;tabid=1&amp;operacao=Autores&amp;amp;autorId=4"&gt;Pedro Proença&lt;/a&gt; e a publicação é da editora Dom Quixote."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;By DA/RS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;(As hiperligações foram acrescentadas)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116395543807077854?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116395543807077854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116395543807077854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/o-meu-primeiro-fernado-pessoa.html' title='&quot;O meu primeiro Fernado Pessoa&quot;'/><author><name>Marisa Batista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15503304473839621378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116385501565709990</id><published>2006-11-18T12:55:00.000Z</published><updated>2006-11-28T18:16:45.563Z</updated><title type='text'>As novíssimas cartas</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6795/4011/1600/XPQED717F9504FED61E13AEZKU.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6795/4011/320/XPQED717F9504FED61E13AEZKU.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cito a notícia do suplemento do &lt;a href="http://jn.sapo.pt"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Jornal de Notícias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, do dia 17 de Novembro 2006: &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;"São as Novíssimas Cartas da literatura portuguesa, a lançar dia 29, às 18 e 30, na Sala Europa do Hotel Altis, por António Mega Ferreira e Isabel Allegro de Magalhães. Obra fragmentária, híbrida, sincopada, unindo no seu disperso todo memórias, diário, crónica, &lt;a href="http://html.editorial-caminho.pt/show_produto__q1obj_--_3D67124__--_3D_area_--_3D__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;O Livro do Meio&lt;/a&gt;, de &lt;a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/armando.htm"&gt;Armando Silva Carvalho&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/!get_page?pageid=402&amp;tpcontent=FA&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;idaut=1426283&amp;idobra=&amp;amp;format=NP405&amp;amp;lang=PT"&gt;Maria Velho da Costa&lt;/a&gt;, reflecte sobre o outro meio, o da escrita, literário e social, tomando como mote as perigosas Ligações de Laclos, quem sabe se para “ensinamento dos outros”, os “legítimos inferiores”, tal como lhes chama a co-autora, incendiada pelo fulgor das palavras. Em O Livro do Meio ajustam-se contas com alguns daqueles que os escritores consideram “medíocres da praça pública” e disseca-se a infância de dois ficcionistas de origens sociais assumidamente distintas. Disso o texto constitui vibrante eco, dessa luta ou luto de classes onde se abriga a por vezes teatral contenda entre ambos a ajudar, na sua brusqueza, à remodelação verbal.&lt;br /&gt;Um maço de cartas espraiado no quotidiano da “vida-vidinha”, de estases e autocomplacências, de raivas de ponta e mola e escassas admirações, da escrita como precária redenção, “ser de desejo”, clarão.&lt;br /&gt;Consistirá o ser ou não ser da justiça nos brados que pedem desforra? ASC e MVC relatam alguns dos seus agravos vitais, constroem um puzzle epistolar contando histórias selectas de duas solidões a contraluz com suavidade ínfima. Diz-se do prosador que ele fala da passagem do tempo, mas, na verdade, diz-se é da crescente dívida que a existência para com ele contraiu. Dessas espinhosas ausências vinga-se O Livro do Meio numa escrita de ferocidades amargadas e ressentimentos fermentados, apelando para o gratificante voyeurismo do leitor." As hiperligações foram acrescentadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116385501565709990?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116385501565709990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116385501565709990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/as-novssimas-cartas.html' title='As novíssimas cartas'/><author><name>Carla Matos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10066678191085067431</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116370265198363404</id><published>2006-11-16T18:32:00.000Z</published><updated>2006-11-17T19:28:37.693Z</updated><title type='text'>Possidónio Cachapa lança livro polémico</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5774/4227/1600/lancamento%20fnac.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5774/4227/320/lancamento%20fnac.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cito o &lt;a href="http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=737909&amp;div_id=291"&gt;Portugal Diário&lt;/a&gt;, “O escritor &lt;a href="http://www.c-e-m.org/sobre/pensadores_e_criadores/possidonio.htm"&gt;Possidónio Cachapa &lt;/a&gt;disse hoje à &lt;a href="http://www.noticiasdamanha.net/?lop=artigo&amp;amp;amp;amp;amp;op=b73ce398c39f506af761d2277d853a92&amp;amp;id=c841b23266e204fc9271733469516275"&gt;Lusa&lt;/a&gt; que o seu novo romance, &lt;em&gt;Rio da Glória&lt;/em&gt;, a editar segunda- feira, «poderá trazer alguma polémica». O escritor assenta esta sua afirmação no facto de o romance «abordar a &lt;a href="http://www.cnc.pt/Noticias.aspx?ID=421"&gt;literatura light&lt;/a&gt;, cujo período na história literária portuguesa já terminou, e a existência de um padre que pela sua humanidade e abnegação é um exemplo de santidade e que o leva a confrontar e a pôr em causa a hierarquia». O escritor definiu este seu quarto romance como «um &lt;a href="http://www.editorialminerva.com/"&gt;projecto literário&lt;/a&gt;, pois trata da busca de sucesso ou glória, mas entendidos estes quer no sentido imediato, material, quer transcendental, que se atinge para além de nós». O romance divide-se em três partes, convergindo as personagens, na terceira parte, para «o Brasil onde tudo acontece», adiantou o escritor. «O Brasil - disse - é a terra onde tudo acontece porque é um país-continente, e as personagens percorrem-no de Leste a Oeste e de Norte a Sul, várias vezes». A escolha deste cenário levou o escritor a deslocar-se ao Brasil, beneficiando para tal de um bolsa do &lt;a href="http://www.cnc.pt/"&gt;Centro Nacional de Cultura &lt;/a&gt;atribuída no âmbito do programa de investigação em países lusófonos. Natural de Évora, Cachapa estreou-se literariamente com &lt;em&gt;Materna doçura&lt;/em&gt; (1999) a que se seguiram &lt;em&gt;Viagem ao coração dos pássaros&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O mar por cima&lt;/em&gt;. Escreveu também peças de teatro, contos, fez argumentos para cinema e encenou peças de teatro. &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.jornaldamadeira.pt/search2005.php?search=rio%20da%20gloria"&gt;Rio da Glória&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; é editado pela &lt;a href="http://www.oficinaeditora.com.br/"&gt;Oficina do Livro&lt;/a&gt;.” As hiperligações foram acrescentadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116370265198363404?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116370265198363404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116370265198363404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/possidnio-cachapa-lana-livro-polmico.html' title='Possidónio Cachapa lança livro polémico'/><author><name>Sandra Sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02603016045502991914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116351444048292314</id><published>2006-11-14T14:04:00.000Z</published><updated>2006-11-16T13:49:43.830Z</updated><title type='text'>" Eram tempos, eram tempos"</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://visaoonline.clix.pt/upload/Conteudos/foto_saramago.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://visaoonline.clix.pt/upload/Conteudos/foto_saramago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cito Sara Belo Luis na revista&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Visão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; nº 714 numa publicação acerca do livro &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/944/844/1600/lancamento_saramago.jpg"&gt;&lt;em&gt;As pequenas memórias&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://www.caleida.pt/saramago/biografia.html"&gt;José Saramago&lt;/a&gt;. O Nobel da Literatura conta à Visão como foi recordar a infância. Leia &lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=332027"&gt;aqui&lt;/a&gt; a entrevista na íntegra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui fica o início desta peça: "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Podia ter-se esquecido daquele lugar como, afinal, ao longo da vida, se esqueceu de tanta coisa. «O que é que aconteceu para que aquilo tudo ficasse cá dentro?». José Saramago evoca a infância e a juventude, num livro de 150 páginas, a que deu o nome de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;As Pequenas Memórias&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/"&gt;Editorial Caminho&lt;/a&gt;). Será lançado na Azinhaga, aldeia onde nasceu, no próximo dia 16, quando completar 84 anos. A sessão começará com uma leitura de Jorge Vaz de Carvalho, à qual se seguirá a apresentação de um disco (&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Nesta Esquina do Tempo&lt;/span&gt;) com poemas do escritor interpretados por João Afonso, Luís Pastor e Lurdes Guerra."&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As hiperligações foram acrescentadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116351444048292314?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116351444048292314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116351444048292314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/eram-tempos-eram-tempos.html' title='&quot; Eram tempos, eram tempos&quot;'/><author><name>Sara Guerreiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08298248252061842912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116350370575181760</id><published>2006-11-14T11:16:00.000Z</published><updated>2006-12-06T01:05:30.310Z</updated><title type='text'>Gedeão e Tavares Rodrigues homenageados</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6461/3998/1600/foto%20LPC%20blog.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6461/3998/400/foto%20LPC%20blog.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cito &lt;a href="http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=741541&amp;div_id=291"&gt;Portugal Diário&lt;/a&gt;, “Na &lt;a href="http://www.spautores.pt"&gt;Sociedade Portuguesa de Autores&lt;/a&gt;. Dois dos compositores que musicaram poemas de Gedeão vão falar da sua experiência. No mesmo dia é apresentado um tríptico de homenagem a Urbano Tavares Rodrigues&lt;br /&gt;O poeta &lt;a href="http://www.astormentas.com/gedeao.htm"&gt;António Gedeão&lt;/a&gt; será homenageado dia 21 na Sociedade Portuguesa de Autores, numa cerimónia em que se evocará a forte marca que a sua poesia deixou na música portuguesa, escreve a Lusa. Às 18:30, no Auditório Frederico de Freitas, no edifício-sede da SPA, na Avenida Duque de Loulé, Manuel Freire e &lt;a href="http://www.macua.org/biografias/joseniza.html"&gt;José Niza&lt;/a&gt;, dois dos compositores que musicaram poemas de Gedeão, falarão da sua experiência. Em seguida, o cantor Samuel interpretará algumas dessas canções. Segundo fonte da SPA, familiares do poeta assistirão à sessão. A mesma fonte realçou à Lusa que nesta homenagem, a «poesia cantada» de Gedeão aparece «nitidamente» referenciada. &lt;a href="http://www.geocities.com/vilardemouros1971/manuelfreire.htm"&gt;Manuel Freire&lt;/a&gt;, hoje presidente da SPA, foi, ainda nos anos 60, um dos primeiros compositores e intérpretes a transpor para a música poemas de Gedeão, entre os quais «A pedra filosofal» e «Lágrima de preta». No mesmo dia, meia hora antes de se iniciar a homenagem a Gedeão, e no outro edifício da SPA, na Rua Gonçalves Crespo, será apresentado publicamente um tríptico da autoria da pintora &lt;a href="http://www.aeiou.pt/registos/m/Manuela_Pinheiro_Arte_pintura.html"&gt;Manuela Pinheiro&lt;/a&gt; de homenagem a &lt;a href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/!get_page?pageid=402&amp;amp;"&gt;Urbano Tavares Rodrigues&lt;/a&gt;. Assistirão à sessão o homenageado, um dos grandes nomes da literatura portuguesa, e a pintora. O tríptico passará a estar exposto em permanência no «hall» de entrada do edifício da Sociedade Portuguesa de Autores, na Rua Gonçalves Crespo, 62.” As hiperligações foram acrescentadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116350370575181760?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116350370575181760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116350370575181760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/gedeo-e-tavares-rodrigues-homenageados.html' title='Gedeão e Tavares Rodrigues homenageados'/><author><name>Sílvia Vargas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17416897041334570069</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116346112225578397</id><published>2006-11-13T23:32:00.000Z</published><updated>2006-11-20T16:05:53.846Z</updated><title type='text'>Editores debatem futuro do livro na Gulbenkian</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1030/3996/1600/gulbenkian.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1030/3996/400/gulbenkian.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cito Isabel Lucas, no &lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/11/13/artes/editores_debatem_futuro_livro_gulben.html"&gt;Diário de Noticias&lt;/a&gt;, “Quanto vale o mercado livreiro? Quantos livros se editam em Portugal? Como podem autores e editores enfrentar os desafios e as "ameaças" das novas tecnologias? Que efeito tem na edição uma política comercial que privilegia o best-seller e encurta drasticamente o tempo de vida (leia-se exposição) de um título nas livrarias? Que sentido faz no actual contexto uma lei com dez anos que fixa um preço para os livros? Como articular a participação portuguesa nas principais feiras internacionais? São muitas interrogações para um debate de dois dias à volta de uma questão: o futuro do livro.É esse o tema do &lt;a href="http://www.congresso-editores.com/"&gt;2.º Congresso de Editores Portugueses&lt;/a&gt;, que decorre hoje e amanhã na &lt;a href="http://www.gulbenkian.pt/portal/index.html"&gt;Fundação Calouste Gulbenkian&lt;/a&gt;, em Lisboa, uma iniciativa da &lt;a href="http://www.uep.pt/"&gt;União dos Editores Portugueses&lt;/a&gt; (UEP) dirigida aos profissionais da edição e que este ano dedica especial atenção ao &lt;a href="http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/ME/Comunicacao/Programas_e_Dossiers/20060631_ME_Prog_Plano_Leitura.htm"&gt;Plano Nacional de Leitura&lt;/a&gt;.O congresso, que reúne cerca de 150 pessoas de 60 editoras, acontece cerca de um mês depois de a Federação Internacional de Editores ter anunciado na Feira do Livro de Frankfurt um plano de combate à pirataria online. O Protocolo de Acesso Automático ao Conteúdo (ACAP) - assim se designa este projecto-piloto - visa solucionar o conflito entre editores, autores e os motores de busca em matéria de direitos de reprodução de obras, precisamente um dos temas que Mário Moura, editor da &lt;a href="http://pergaminho.shopping.sapo.pt/shop/home.asp?"&gt;Pergaminho &lt;/a&gt;e responsável pelo programa deste congresso, considera decisivo no actual momento. Chama-lhe o "efeito Google" e apelida-o de "ameaça ao mercado". O gigante dos motores de busca é acusado por muitos editores de desrespeito aos direitos de autor por disponibilizar on-line conteúdos protegidos e anunciou para breve a criação de uma biblioteca mundial acessível a quem tiver um computador ligado à rede. Simples.Poderá isso pôr em causa o futuro do livro tal como o conhecemos? "É preciso prevenir", comenta Mário Moura, insistindo na necessidade de repensar a comercialização dos livros e alterar a actual lei do preço fixo. "As grandes cadeias fazem grandes descontos, há falta de know-how, grande concentração e uma política de best-seller que privilegia a novidade e esquece o fundo de catálogo. Falta a cultura", acusa.A revisão da lei do preço fixo aplicado ao livro é há muito reivindicada pelos editores que integram a UEP, uma das duas associações de editores do País. Aprovada em 1996, a lei foi uma iniciativa de Manuel Maria Carrilho, então ministro da Cultura, e tinha por objectivo criar regras comerciais para o negócio do livro, estabelecendo um prazo - 18 meses - em que os descontos por parte dos livreiros não poderiam ir além dos dez por cento sobre o preço de capa. Em 2000 a lei seria revista, mas, para os responsáveis da UEP, mantém-se afastada da realidade. "Foi formulada por quem não faz a mínima ideia de como funciona este negócio", insiste Mário Moura.Em 1996, quando a lei foi aprovada, editaram-se em Portugal 7868 títulos, número exacto e que correspondia a um mercado actualizado em 50 419 475 contos - outro número exacto. Dez anos depois, a exactidão perdeu-se. Deixou de haver estatísticas oficiais sobre o livro, outra reivindicação dos editores. Estima-se que em 2005 tenham sido editados cerca de 16 mil títulos e estima-se também que isso corresponda a 500 milhões de euros. "É preciso debater a estatística", insiste o programador do congresso, sublinhando também a necessidade de "ter a estatística do livro actualizada". Mário Moura defende que essa tarefa deverá ser entregue ao Instituto Nacional de Estatística, "como todas as outras actividades em Portugal, e não estar nas mãos da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros), que não garante a confidencialidade dos dados". As hiperligações foram acrescentadas&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116346112225578397?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116346112225578397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116346112225578397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/editores-debatem-futuro-do-livro-na.html' title='Editores debatem futuro do livro na Gulbenkian'/><author><name>Lina Franco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08111629135062461663</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-116319379298593742</id><published>2006-11-10T21:16:00.000Z</published><updated>2007-01-23T12:02:51.710Z</updated><title type='text'>José Luís Peixoto lança "Cemitério de Pianos"</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;strong&gt;José Luís Peixoto lança "Cemitério de Pianos"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;No próximo dia 30 de Novembro será o lançamento do novo livro de &lt;a href="http://www.joseluispeixoto.net/bio.htm"&gt;José Luís Peixoto&lt;/a&gt;, seu novo romance intitulado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de pianos&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Numa entrevista dada ao &lt;a style="font-style: italic;" href="http://jn.sapo.pt/2006/11/10/cultura/jose_luis_peixoto_lanca_cemiterio_pi.html"&gt;Jornal de Notícias&lt;/a&gt;, o autor explicou que em "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cemitério de pianos&lt;/span&gt; conta a história do clã Lázaro, uma família com pai, mãe, filhos e netos, residente em Lisboa, na freguesia de Benfica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O autor confessa também ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;JN &lt;/span&gt;que este é um livro que nos fala sobre a ternura, ao contrário dos seus outros romances.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;José Luís Peixoto é um dos jovens romancistas de maior destaque na Europa, tendo os seus livros sido já traduzidos em quatro línguas diferentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Nos anos 97, 98 e 2000 recebeu o Prémio Jovens Criadores (área de literatura). Em 2001, o seu romance &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nenhum olhar&lt;/span&gt; foi galardoado com o Prémio Literário José Saramago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-116319379298593742?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116319379298593742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/116319379298593742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/11/jos-lus-peixoto-lana-cemitrio-de.html' title='José Luís Peixoto lança &quot;Cemitério de Pianos&quot;'/><author><name>Nuno Vicente</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06130367644073971594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33527732.post-115684734947313191</id><published>2006-08-29T11:27:00.000+01:00</published><updated>2006-08-29T11:36:35.703+01:00</updated><title type='text'>Recomeçar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este blog tem uma função complementar de &lt;a href="http://litport.blogspot.com/"&gt;Literatura Portuguesa em notícia&lt;/a&gt;. Nele serão publicados os textos produzidos pelos alunos ao longo do ano lectivo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33527732-115684734947313191?l=litportdiscentes07.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/115684734947313191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33527732/posts/default/115684734947313191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://litportdiscentes07.blogspot.com/2006/08/recomear.html' title='Recomeçar'/><author><name>MSP</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://www.eseb.ipbeja.pt/sameiro/sameiro2005.jpg'/></author></entry></feed>
